Thursday, 23 August 2007

Faixa 5

Primeiro foi a posta da I.
Depois, a caminho de casa, no Bairro do Amor, na Radar, passou esta música.

Hoje investiguei. Abri, pela primeira vez o álbum Want Two que comprei há meses na Feira da Ladra, à chuva. Sim, a primeira vez, estranhamente.. Até tem um dvd onde ele faz uma versão do Hallellujah, este querido, este Rufus da mãe.

E encontrei-a. Faixa 5. The Art Teacher. Assim se descobre uma música que esteve tanto tempo na prateleira.



Letra aqui.

Monday, 20 August 2007

Vai todos!

Ca-ma-cho! Ca-ma-cho!!


Há ums tempos, no estádio da Luz, entrei num elevador. Atrás de mim entraram Camacho e o adjunto. No meio do silêncio incómodo dos elevadores pequenos, Camacho comenta:

- Huele a chiclet...
(Cheira a pastilha elástica)

Que amoroso! Achei que podia partilhar isto.
Já fazia falta ao Benfica um mister que sue dos sovacos e não um de gola sempre apertada.

Friday, 17 August 2007

untitled #2

Chego aqui e abro o blogger, mas não me lembro de nada para dizer.

Podia referir que já reparei que a rua D. João V, entre as Amoreiras e o Rato é um óptimo sítio para ver gente conhecida. E ver gente conhecida a falar ao telemóvel (sim, Nuno Graciano, melhor não repetires).

Ou então falar sobre os hamburgueres de tofu e seitan, afinal bem saborosos.

Podia, também, mostrar-me solidária com o treinador do U. Leiria, Paulo Duarte, chateado por ter empatado com israelitas ontem e a Tv não ter transmitido o jogo. Enxovalhado, disse ele. Estava a representar portugal e a sport tv e a rtp só querem dar particulares de merda e os ramons carranzas e afins. Mas não consigo ter pena de um sopinha de massa.

Wednesday, 15 August 2007

Aaaaaaaaaaaaargh

Porque é que esta gente da Lusomundo nos obriga a estar na mesma fila daquela malta que quer comprar pipocas só para comprar o bilhete de cinema? Porquêêêêê???

Thursday, 9 August 2007

Bolas

Já não há cerejas e ainda nem uma fatia de melancia.
Verão lixado.

Wednesday, 8 August 2007

Buffet e línguas

Quando viajo sozinha, observo com mais precisão o que se passa à minha volta. Este fim-de-semana, no sul de Espanha infestado de ingleses e salpicado de portugueses, deu-me para observar os comportamentos de pequeno-almoço.
Assim, uma inglesa de meia idade e meio peso, arrancou ao meu lado com uma frutinha: fatias de toranja - também só como toranja em hoteis -, sumo de toranja, melancias e ananás. Pensei, olha, tá-se a cuidar, faz bem. Mas depois dispára em direcção aos ovos mexidos, o feijão e o bacon. Vá, uma salsichinha também. Termina com duas fatias de pão torrado com doce e um donut de chocolate. Pronto.
A hora limite para desayunar era 10.45. Às 10.42 um casal português chega preocupado. Mas logo descansam: Arnaldo, é ali o buffet, Arnaldo.

De resto, há outra coisa que me incomoda. As hospedeiras espanholas a falar inglês. Eu já sei o que elas estão a dizer, pois já mandaram por a cadeira direita e enfiar as malas no compartimento de cima, mas mesmo assim não consigo perceber o que dizem. É, para mim, uma língua verdadeiramente à parte e tenho pena das pessoas que não sabem espanhol. Penso em quem as pôs lá, se não deviam ter uns cursinhos de aperfeiçoamento. Afinal não estão ali só para pedir 8 euros por uma sande.