Tuesday, 18 January 2011
Tuesday, 11 January 2011
Thursday, 6 January 2011
E agora?
Eu queria muito começar a postar aqui as fotos dos outfits diários, assim aquelas tiradas ao fundo da cama a ver-se o edredon quentinho e com a cabeça cortada, mas avariou-se a máquina. ou melhor, o cabo de carregamento.
também queria tirar mais fotos aos ratos, mas agora está impossível.
Sendo assim, que máquina deverei comprar? Uma compacta, maneirinha, para se um dia me obrigarem a ir ao Rio não ser assaltada.
também queria tirar mais fotos aos ratos, mas agora está impossível.
Sendo assim, que máquina deverei comprar? Uma compacta, maneirinha, para se um dia me obrigarem a ir ao Rio não ser assaltada.
Sunday, 26 December 2010
Saturday, 4 December 2010
Monday, 29 November 2010
História verídica
Sábado à noite. Uma pessoa vai dormir e ouve música de dança na rua. Dá para adormecer. Uma pessoa acorda às 4 da manhã e liga para a polícia. «Ah, isso vem lá de Lisboa, não podemos fazer nada nem sabemos de onde vem».
Wednesday, 24 November 2010
Seis letrinhas para a colecção lanvin:
ahahah.
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Era vê-las, malucas, a passar o cartãozinho e a dar 300 euros por 2 vestidos de bainhas esfiapadas, tules, fechos por fora e tecido de soutien cor de pele.
Era vê-las, malucas, uma hora no provador, a pensar onde raio iriam vestir o vestido vermelho de tule, que não cabe nas portas, mas é tão giro no cabide e a etiqueta até diz Lanvin.
E eu, que queria provar uma t-shirt branca, a comentar isto com uma colega de fila, solidária.
Era vê-las, malucas, a trocar à tarde o que compraram à bruta de manhã, só porque sim, provavelmente sem experimentar.
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Era vê-las, malucas, a passar o cartãozinho e a dar 300 euros por 2 vestidos de bainhas esfiapadas, tules, fechos por fora e tecido de soutien cor de pele.
Era vê-las, malucas, uma hora no provador, a pensar onde raio iriam vestir o vestido vermelho de tule, que não cabe nas portas, mas é tão giro no cabide e a etiqueta até diz Lanvin.
E eu, que queria provar uma t-shirt branca, a comentar isto com uma colega de fila, solidária.
Era vê-las, malucas, a trocar à tarde o que compraram à bruta de manhã, só porque sim, provavelmente sem experimentar.
Monday, 15 November 2010
Tuesday, 9 November 2010
batota
Aproveitei os filmes baseados no Stieg Larsson no videoclube da Zon e já vi o 1 e o 2, mesmo estando a ler o segundo volume.
Que bem resumidinho, caneco.
Que bem resumidinho, caneco.
Thursday, 4 November 2010
Wednesday, 3 November 2010
Thursday, 28 October 2010
Wednesday, 20 October 2010
Monday, 18 October 2010
Sunday, 26 September 2010
hum
Sou só eu que acho que quando uma pessoa vai de férias deve levar roupa prática e sobretudo uma mala de tiracolo velha, usada, espaçosa?
Thursday, 23 September 2010
Thursday, 16 September 2010
Medo
Um dos meus grandes medos na vida é acabar a falar sozinha na rua. A falar alto, como se tivesse alguém ao meu lado.
Como aquela senhora com quem já me cruzei duas vezes na H&M, que pega numa peça de roupa e diz: «Olha vês? Gosto disto. O pior é que não me serve. Gosto. O pior é que não me serve.». Volta a colocar a peça no cabide e avança. A falar sozinha.
Como aquela senhora com quem já me cruzei duas vezes na H&M, que pega numa peça de roupa e diz: «Olha vês? Gosto disto. O pior é que não me serve. Gosto. O pior é que não me serve.». Volta a colocar a peça no cabide e avança. A falar sozinha.
Wednesday, 15 September 2010
Monday, 13 September 2010
Thursday, 9 September 2010
Desabafar
Preciso mesmo.
O Boarding pass (sic mulher, várias vezes ao dia) é um programa cheio de boas intenções. Irreverente, moderno, fashion. Mau.
(ah e tal se não gostas não vejas, não sejas ranhosa). Pois, mas preciso de ver, nem que seja só para dizer mal. Adoro programas de viagens, adoro mesmo, por isso este, quando estreou, trazia expectativas. Por causa dos destinos, porque eu até gramo/gramava a Ana Rita Clara. A coisa piorou quando apresentou um programa de make-overs filmado num armazém, só pode, que a obrigava a gritar para dizer os textos, mas adiante.
Fiquei decepcionada logo em Madrid. Não havia informação de preços, dicas boas, nem sequer o número de dias em que estava na cidade. As constantes mudanças de guarda-roupa ajudam a aumentar a confusão e nas sugestões de refeições parece que a Ana Rita almoça três vezes. Por fim, conseguiu o milagre que é visitar Prado, Thyssen e Rainha Sofia na mesma tarde. Mais: anda sempre de saltos altos, o que, como toda a gente sabe, é a melhor maneira de visitar uma cidade. Depois, as boquinhas a comer, os sorrisos cornometrados para a câmara. Um mel horrível.
Queixei-me no blogue do programa, onde me disseram que procuravam fazer um programa diferente, fora do tradicional - por outras palavras, que baixasse expectativas. Tudo bem. Depois, outra coisa que me irrita: o constante pedido dos parolinhos pela banda sonora do programa: ou seja, ninguem pede dicas sobre o conteúdo, sobre as viagens, só querem saber das músicas. Sendo assim, mais valia usarem a meia hora para passar só os telediscos e poupavam dinheiro à easyjet..
Depois, os erros: Em Paris é giro visitar o sítio onde filmaram o filme Marie Antoinette (não, não era Versailles) e onde foi o enforcamento da dita. No rodapé, aparece constantemente a invenção viajem.
Há mais, mas para já é só isto.
O Boarding pass (sic mulher, várias vezes ao dia) é um programa cheio de boas intenções. Irreverente, moderno, fashion. Mau.
(ah e tal se não gostas não vejas, não sejas ranhosa). Pois, mas preciso de ver, nem que seja só para dizer mal. Adoro programas de viagens, adoro mesmo, por isso este, quando estreou, trazia expectativas. Por causa dos destinos, porque eu até gramo/gramava a Ana Rita Clara. A coisa piorou quando apresentou um programa de make-overs filmado num armazém, só pode, que a obrigava a gritar para dizer os textos, mas adiante.
Fiquei decepcionada logo em Madrid. Não havia informação de preços, dicas boas, nem sequer o número de dias em que estava na cidade. As constantes mudanças de guarda-roupa ajudam a aumentar a confusão e nas sugestões de refeições parece que a Ana Rita almoça três vezes. Por fim, conseguiu o milagre que é visitar Prado, Thyssen e Rainha Sofia na mesma tarde. Mais: anda sempre de saltos altos, o que, como toda a gente sabe, é a melhor maneira de visitar uma cidade. Depois, as boquinhas a comer, os sorrisos cornometrados para a câmara. Um mel horrível.
Queixei-me no blogue do programa, onde me disseram que procuravam fazer um programa diferente, fora do tradicional - por outras palavras, que baixasse expectativas. Tudo bem. Depois, outra coisa que me irrita: o constante pedido dos parolinhos pela banda sonora do programa: ou seja, ninguem pede dicas sobre o conteúdo, sobre as viagens, só querem saber das músicas. Sendo assim, mais valia usarem a meia hora para passar só os telediscos e poupavam dinheiro à easyjet..
Depois, os erros: Em Paris é giro visitar o sítio onde filmaram o filme Marie Antoinette (não, não era Versailles) e onde foi o enforcamento da dita. No rodapé, aparece constantemente a invenção viajem.
Há mais, mas para já é só isto.
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