Bruce Springsteen - Working on a dream
Saturday, 14 March 2009
Thursday, 12 March 2009
Então quer dizer
uma pessoa compra umas skinny jeans pra estar na moda, anda com as calças todas agarradinhas do joelho pra baixo, e vêm-lhe dizer que tem uns grandas pés?
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No caminho do comboio para o trabalho
Vi duas senhoras italianas a trocarem a fralda a um bebé em cima de um pilarete de pedra. boa.
Realizei que os filmes se acumulam: pende o The Reader, falta o Watchmen e o Gran Torino já roda.
Ao subir as escadinhas do Duque, constatei que não acerto na roupa para sair à rua e não consigo fazer uma chave de correio.
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Realizei que os filmes se acumulam: pende o The Reader, falta o Watchmen e o Gran Torino já roda.
Ao subir as escadinhas do Duque, constatei que não acerto na roupa para sair à rua e não consigo fazer uma chave de correio.
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Wednesday, 4 March 2009
Confissão
Sim, outro dia comi pipocas no cinema, a ver o The Wrestler, mas era um pacote infantil, era a última sessão e não tinha jantado. Espero que me desculpem.
Monday, 2 March 2009
Conversa quê?
Que teve de indiscreto a conversa de Alexandra Lencastre com Quique Flores? (Programa da tvi24 por volta das 23 horas)
Nada.
Ele de kispo e ténis, ela de top e saltos altos;
Uma lareira falsa;
Uma referência escabrosa ao W, onde o mister pararia todas as quintas, mas afinal não;
Uma sucessão de «muito bem» por parte dela.
Falta de legendas a fazer com que muitas vezes não se percebesse o que ele dizia.
Fraquinho
Vejam lá isso.
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Nada.
Ele de kispo e ténis, ela de top e saltos altos;
Uma lareira falsa;
Uma referência escabrosa ao W, onde o mister pararia todas as quintas, mas afinal não;
Uma sucessão de «muito bem» por parte dela.
Falta de legendas a fazer com que muitas vezes não se percebesse o que ele dizia.
Fraquinho
Vejam lá isso.
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Thursday, 26 February 2009
Vamos empurrar o pipi: as mentiras e as verdades
1 – Aprendi a criar um e-mail numa aula da faculdade
A mais pura verdade. A cadeira chamava-se Pesquisa e Documentalismo. E sim, I, foi só no último ano.
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2 – Já comprei sapatos que depois nunca usei
Verdade, pois, qualquer gaja já fez isto. Tenho lá uns vermelhos verniz e uns ténis que me esqueci que tinha.
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3 – Usei a mesma cábula em todos os testes de electrotecnia;
Verdade. Nunca decorei a tabela de símbolos de amperes e companhia. Como saía em todos os testes, levei sempre o mesmo papelinho.
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4 – Tenho um carro há cinco anos, só o lavei três vezes;
Também é verdade, a chuva vai ajudando. A Sanxeri andou perto.
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5 – Sou contra e nunca deixo gorjeta.
É mentira. Deixo sempre gorjeta, por pouco que seja. Pode ser uma condicionante social, mas deixo.
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6 - Já fiz telefonemas para o talho a perguntar se tem mãos de porco e a pedir duas pizzas;
Claro que sim, quem não fez? Ninguém acreditou, mas nas tardes de estudo em casa de alguém era certinho.
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7 – Desaprendi de andar de bicicleta e até já caí com rodinhas;
É verdade. Já tive duas grandes quedas de bicicleta, uma delas com uma perna partida, mais uma com rodinhas à porta do meu prédio. Deviam estar mal colocadas e o chão escorregadio... Há pouco tempo tentei experimentar de novo, mas não consegui tirar o segundo pé do chão, bloqueei. Já não sei andar.
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8 – Já comprei livros em línguas que não compreendo só porque gosto da capa.
É mentira para mim, mas verdade para o meu namorado. Ofereceu-me um livro escrito em cirílico só porque era giro.
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9 – Sou das poucas pessoas que conheço que gosta de couves de Bruxelas.
É mentira. Andaste perto I, as couves de Bruxelas sabem a chão a terra, sei lá a quê. Até quero esquecer que existem.
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Portanto as mentiras são 5, 8 e 9
Sanxeri apostou em 3, 6 e 7 embora andasse perto na do carro,
I apostou primeiro em 7, 8 e 9, eu entrei a dizer que estava fresco, então mudou depois para 5, 6 e 8, muito perto, mesmo muito!
Ninguém ganha nada.
A mais pura verdade. A cadeira chamava-se Pesquisa e Documentalismo. E sim, I, foi só no último ano.
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2 – Já comprei sapatos que depois nunca usei
Verdade, pois, qualquer gaja já fez isto. Tenho lá uns vermelhos verniz e uns ténis que me esqueci que tinha.
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3 – Usei a mesma cábula em todos os testes de electrotecnia;
Verdade. Nunca decorei a tabela de símbolos de amperes e companhia. Como saía em todos os testes, levei sempre o mesmo papelinho.
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4 – Tenho um carro há cinco anos, só o lavei três vezes;
Também é verdade, a chuva vai ajudando. A Sanxeri andou perto.
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5 – Sou contra e nunca deixo gorjeta.
É mentira. Deixo sempre gorjeta, por pouco que seja. Pode ser uma condicionante social, mas deixo.
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6 - Já fiz telefonemas para o talho a perguntar se tem mãos de porco e a pedir duas pizzas;
Claro que sim, quem não fez? Ninguém acreditou, mas nas tardes de estudo em casa de alguém era certinho.
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7 – Desaprendi de andar de bicicleta e até já caí com rodinhas;
É verdade. Já tive duas grandes quedas de bicicleta, uma delas com uma perna partida, mais uma com rodinhas à porta do meu prédio. Deviam estar mal colocadas e o chão escorregadio... Há pouco tempo tentei experimentar de novo, mas não consegui tirar o segundo pé do chão, bloqueei. Já não sei andar.
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8 – Já comprei livros em línguas que não compreendo só porque gosto da capa.
É mentira para mim, mas verdade para o meu namorado. Ofereceu-me um livro escrito em cirílico só porque era giro.
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9 – Sou das poucas pessoas que conheço que gosta de couves de Bruxelas.
É mentira. Andaste perto I, as couves de Bruxelas sabem a chão a terra, sei lá a quê. Até quero esquecer que existem.
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Portanto as mentiras são 5, 8 e 9
Sanxeri apostou em 3, 6 e 7 embora andasse perto na do carro,
I apostou primeiro em 7, 8 e 9, eu entrei a dizer que estava fresco, então mudou depois para 5, 6 e 8, muito perto, mesmo muito!
Ninguém ganha nada.
Tuesday, 24 February 2009
O fim do Mundo?
Então uma manhã inteira sem Gmail? Ainda bem que andei por fora e só cheguei ao computador depois de almoço.
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Monday, 23 February 2009
A verdade da mentira da verdade
Ora respondendo ao desafio dela, cá vão as verdades, que são seis, e as mentiras, que são três, e tudo e tudo:
1 – Aprendi a criar um e-mail numa aula da faculdade;
2 – Já comprei sapatos que depois nunca usei;
3 – Usei a mesma cábula em todos os testes de electrotecnia;
4 – Tenho um carro há cinco anos, só o lavei três vezes;
5 – Sou contra e nunca deixo gorjeta;
6 - Já fiz telefonemas para o talho a perguntar se tem mãos de porco e a pedir duas pizzas;
7 – Desaprendi de andar de bicicleta e até já caí com rodinhas;
8 – Já comprei livros em línguas que não compreendo só porque gosto da capa;
9 – Sou das poucas pessoas que conheço que gosta de couves de Bruxelas;
1 – Aprendi a criar um e-mail numa aula da faculdade;
2 – Já comprei sapatos que depois nunca usei;
3 – Usei a mesma cábula em todos os testes de electrotecnia;
4 – Tenho um carro há cinco anos, só o lavei três vezes;
5 – Sou contra e nunca deixo gorjeta;
6 - Já fiz telefonemas para o talho a perguntar se tem mãos de porco e a pedir duas pizzas;
7 – Desaprendi de andar de bicicleta e até já caí com rodinhas;
8 – Já comprei livros em línguas que não compreendo só porque gosto da capa;
9 – Sou das poucas pessoas que conheço que gosta de couves de Bruxelas;
1, 2, 3 diga lá outra vez
Queen Latifah: poderosa
Marisa Tomei: parece ter 44 anos? Não parece. Simples em cima, «dramático» em baixo, a excepção aos desmaiados como a Evan Rachel Wood.
Menção honrosa para os rosas de Alicia Keys e Natalie Portman; «Xón» Penn muito elegante, Mickey Rourke, quem diria, também;
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Depois há os problemas de sempre, como a Beyonce. Mas houve também Miley Cyrus com um vestido que pareciam vieiras, Jessica Biel dentro de um laço, Penelope com o penteado da laca e vestida de noiva, Heidi Klum que não percebi, toda a Melissa Leo, do vestido ao cabelo e até Philip Seymour Hoffman... de gorro.
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(fotos de oscar.com)
Sunday, 22 February 2009
O filme que falta no Kodak

De todos os que foi preciso ver em contra-relógio até hoje - faltaram O Leitor e A Dúvida -, Revolutionary Road foi aquele que mais gostei. Primeiro não lhe aranjaram um título foleiro, ficou mesmo com o nome da rua onde mora o casal da história, ainda que seja difícil de dizer.
Leo está muito bem, Kate está melhor ainda, e todos nós nos podemos rever naquela história das rotinas e das casas com jardim e os filhos ainda que 50 anos depois. Acho que este ano a selecção de filmes é inferior à do ano passado, e este faz de certeza falta na lista. Nem o pobre Michael Shnnon vai poder arrebatar o oscar de actor secundário, que já tem, e bem, o nome do Heath Ledger.
A TIME escreve que o livro está a ter maior aceitação agora que saiu o filme.
Sunday, 15 February 2009
Wednesday, 11 February 2009
Sala escura II
Revolutionary Road e Button já estão. Se eu tivesse tempo mandava vir com a crítica do Jm Tavares ao Revolutionary na Time Out, dizendo que o Di Caprio, finalmente, parece não ter cara de miúdo e faz um papel do caraças - a Kate ainda mais -, mas não tenho. O Button achei assim-assim. Voltarei ao assunto.
Tuesday, 10 February 2009
Sala escura I
The Reader, Milk, Benjamin Button, Revolutionary Road, Dúvida, talvez Frost/Nixon, felizmente o Slumdog já está.
Querem parar de estrear filmes ou tenho de meter férias até dia 22?
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Querem parar de estrear filmes ou tenho de meter férias até dia 22?
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Thursday, 5 February 2009
Pode chover mais um bocadinho
Depois de semanas, meses de procura, finalmente uma gabardina. Na boa e velha Zara. (oferta do homem lá de casa). Andava meio zangada com a Zara. Não sei se da idade, mas tudo o que aparecia na Trafaluc eram trapos, na parte de senhora ainda não ando totalmente à vontade. Ainda assim, há meses safou-me a busca por um casaco preto curto.
Ps: a Womens Secret tem dos melhores saldos que andam aí.
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Ps: a Womens Secret tem dos melhores saldos que andam aí.
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Monday, 26 January 2009
Para acabar de vez com as dúvidas
Visão nº 829.
Sociedade - comportamento - «O enigmático homem novo»
Atente-se então nas págs. 70 e 71. Uma lista de estereótipos dos homens no novo século, a tribo Y, classifica os homens de «o básico» até ao «ubersexual».
Ora o básico caracteriza-se por «mentalidade rural, culto da força física, sem polimento social (o matarruano que limpa unhas ou cospe para o chão, bate na mulher ou nos que lhe fazem frente). Ícones: Arnold Schwarzenneger e Russel Crowe. Por acaso não concordo com a escolha do governador da califórnia, duvido que ele levante a mão à Maria Shriver Kennedy.
O ubersexual é «o grande eleito das mulheres do séc. xxi, maduro, na casa dos entas, e seguro de si. Surge por reacção ao metrosexual. Cultiva a imagem - sem exageros.
Ícones: George Clooney, Daniel Craig, Bono Vox, Clive Owen, Figo. Também discordo da inclusão do Figo, mas enfim.
Penso que a polémica dos canastrões fica assim encerrada. :-)
Sociedade - comportamento - «O enigmático homem novo»
Atente-se então nas págs. 70 e 71. Uma lista de estereótipos dos homens no novo século, a tribo Y, classifica os homens de «o básico» até ao «ubersexual».
Ora o básico caracteriza-se por «mentalidade rural, culto da força física, sem polimento social (o matarruano que limpa unhas ou cospe para o chão, bate na mulher ou nos que lhe fazem frente). Ícones: Arnold Schwarzenneger e Russel Crowe. Por acaso não concordo com a escolha do governador da califórnia, duvido que ele levante a mão à Maria Shriver Kennedy.
O ubersexual é «o grande eleito das mulheres do séc. xxi, maduro, na casa dos entas, e seguro de si. Surge por reacção ao metrosexual. Cultiva a imagem - sem exageros.
Ícones: George Clooney, Daniel Craig, Bono Vox, Clive Owen, Figo. Também discordo da inclusão do Figo, mas enfim.
Penso que a polémica dos canastrões fica assim encerrada. :-)
Thursday, 22 January 2009
Olha eles
Escrevi, em Novembro de 2005, sim, 2005!, um texto sobre os escuteiros. Foi o mais polémico até hoje, não por quem comentou na altura, mas por quem, ainda hoje deixa comentários num post com 3 anos. Isto diz muito de quem lá vai: normalmente são defensores de escuteiros ou até, pasme-se, escuteiros. Devem andar na net, ávidos para ver quem diz mal deles. Um exemplo que recebi há três dias reza assim:
«epah pessoal nao precebo as vossas tretas contra os escuteiros!!mas kual e o mal??estou completamente farto de ver merdas a dizer mal dos escuteiros!!!!por akaso sabes que se houver um desastre na cidade do porto tipu terramoto sabes quem e que vai ajudar a população dando generos alimentares para a população???SAO OS ESCUTEIROS!!!ate te pode salvar a vida a ti e voces so falam assim pk nao sabem tb o que se divertem!!!!nos tamos fartos de trabalhar para a população e so recebemos tretas a insultarnos!!quem e que dá água nas corridas nacionais??quem e que muitas vezes pratica o bem limpando o lixo destas cidades badalhocas??quem e que muitas vezes vai distribuir generos alimentares nas casas das pessoas idosas??OS ESCUTEIROS!!NO FIM SO NAO PERCEBO UMA COISA!QUE RAIO DE RAZAO DE QUEIXA TEM A POPULAÇÃO CONTRA NOS PAH??»
E não posso deixar de responder. Primeiro porque é escuteiro. Volto a dizer: não gosto das regrazinhas e das hierarquias e os beatinhos (sim, sei que os há seculares) e dos calções no inverno. Se vierem ter comigo para vender seja o que for levam tampa, como outro dia no verão em que vendiam calendários. Calendários a meio do ano? Tenham dó. Depois são eles que «dão água nas provas nacionais». Ui, coitadinhos dos corredores, que senão morriam à sede. Além disso, queixa-se da «população», que responde com insultos. Alguma coisa está mal em vocês, não? Ensinem os paizinhos a fazer nós e fogo com dois paus e eles que vos paguem os passeios.
Depois chateia-me que trate mal o português. Este tipo de escrita com kapas e xis e o diabo enervam-me profundamente. Quem usa, apesar de aparentemente pretender simplificar, só acrescenta letras, ou as palavras ficam iguais, como em «casa» dar «caxa», ou «fez» dar »fex». Se calhar não vêem bem o teclado, também pode ser isso. Já nem vou aos verbos, mas este rapaz vai mais longe. Transforma a fantástica palavra que é «pá», num pah sem sentido nenhum. Escreve-se PÁ, vale? Assim, reitero que vocês me chateiam. E se algum dia um filho meu vos apontar na rua e perguntar o que é, eu direi: «Não fiques a olhar fixamente para os senhores, que é feio.»
«epah pessoal nao precebo as vossas tretas contra os escuteiros!!mas kual e o mal??estou completamente farto de ver merdas a dizer mal dos escuteiros!!!!por akaso sabes que se houver um desastre na cidade do porto tipu terramoto sabes quem e que vai ajudar a população dando generos alimentares para a população???SAO OS ESCUTEIROS!!!ate te pode salvar a vida a ti e voces so falam assim pk nao sabem tb o que se divertem!!!!nos tamos fartos de trabalhar para a população e so recebemos tretas a insultarnos!!quem e que dá água nas corridas nacionais??quem e que muitas vezes pratica o bem limpando o lixo destas cidades badalhocas??quem e que muitas vezes vai distribuir generos alimentares nas casas das pessoas idosas??OS ESCUTEIROS!!NO FIM SO NAO PERCEBO UMA COISA!QUE RAIO DE RAZAO DE QUEIXA TEM A POPULAÇÃO CONTRA NOS PAH??»
E não posso deixar de responder. Primeiro porque é escuteiro. Volto a dizer: não gosto das regrazinhas e das hierarquias e os beatinhos (sim, sei que os há seculares) e dos calções no inverno. Se vierem ter comigo para vender seja o que for levam tampa, como outro dia no verão em que vendiam calendários. Calendários a meio do ano? Tenham dó. Depois são eles que «dão água nas provas nacionais». Ui, coitadinhos dos corredores, que senão morriam à sede. Além disso, queixa-se da «população», que responde com insultos. Alguma coisa está mal em vocês, não? Ensinem os paizinhos a fazer nós e fogo com dois paus e eles que vos paguem os passeios.
Depois chateia-me que trate mal o português. Este tipo de escrita com kapas e xis e o diabo enervam-me profundamente. Quem usa, apesar de aparentemente pretender simplificar, só acrescenta letras, ou as palavras ficam iguais, como em «casa» dar «caxa», ou «fez» dar »fex». Se calhar não vêem bem o teclado, também pode ser isso. Já nem vou aos verbos, mas este rapaz vai mais longe. Transforma a fantástica palavra que é «pá», num pah sem sentido nenhum. Escreve-se PÁ, vale? Assim, reitero que vocês me chateiam. E se algum dia um filho meu vos apontar na rua e perguntar o que é, eu direi: «Não fiques a olhar fixamente para os senhores, que é feio.»
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Wednesday, 21 January 2009
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