Monday, 15 September 2008

Sapatos



Tenho nos pés umas Melissa a cheirar a pastilha elástica. A dúvida é: quando eu for a andar, os animaizinhos não vão vir todos a correr atrás de mim, nomeadamente as formigas?



(sim mãe, comprei mais uns)


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Wednesday, 10 September 2008

Queria muito celebrar...

... a entrada em funcionamento do Grande Acelerador de Hadrões.
Cum Caraças.
notem bem: acelerador de hadrões.

(um tubo entre a Suíça e a França, que para os leigos se traduz por acelerador de partículas.)
iupi.
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A tradição

Ainda não me habituei ao novo penteado do Nuno Rogeiro.
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Friday, 5 September 2008

Música de gente adulta



Radiohead, House of Cards

Chega-te pra lá

Não tenho grandes dúvidas de que até a Manuela Ferreira Leite deve ser mais divertida que o Adam Sandler. Ó coisa chata.
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Wednesday, 3 September 2008

Waste Allocation Load Lifter Earth-class


A primeira meia-hora deste filme, sem diálogos nem nada, é algo de extraordinário, momento com a música de Louis Armstrong como um dos pontos altos. Quase nos esquecemos que é desenho animado, tal a perfeição do desenho.
Muitos poderão dizer que este gosto pode advir do facto de não gostar de deitar nada fora, mas não simplificaria assim tanto a coisa. E eu também me apaoxinaria instanteneamente por alguém que resolvesse o cubo de rubik em dois segundos.
Ah, a curta que abre, com uma mágico e um coelho também é bestial, não vale chegar atrasado.

Mal posso esperar para o ter na mão - olha a pista para o natal!!

E agora?

Hoje é o primeiro dia...
Devo deixar de ouvir o «Teenage Riot» dos Sonic Youth a abanar a cabeça e ligar mais aos Gotan Project? Arrumar de vez os cds mais barulhentos?
E mudar de creme hidratante, optando por um pré anti-rugas apesar da pele oleosa ou fico com o que tenho, que é apenas hidratante? E já vale a pena um creme de noite?
E ténis, deixo de comprar? Aposto mais em sapatos e botas?
E o rabo de cavalo? Devo fazer mais acima ou mais abaixo?
O carro – lavá-lo mais vezes?
Ainda se pode roer as unhas
?
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Tuesday, 2 September 2008

E pronto

30 velas, 30 dias destes, 30 oportunidades para saltar com prendas.
a entrada na idade adulta, já me disseram 30 vezes.
Vamos lá ver isso.

Monday, 1 September 2008

A dois dias...

ofereceram-me novamente um estojo para as canetas.
Há muitos anos que não usava um estojo.
era canetas por todo o lado no fundo da mala.
É agatha ruiz de la prada, não façamos confusões.
obrigada mamã.
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Thursday, 28 August 2008

Ai querem pistas?

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Série 1 em DVD, o disco seria melhor.


Para viajar com estilo.

Sniff sniff

Deve haver poucas coisas mais parvas do que estar constipada em Agosto.
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Tuesday, 26 August 2008

Viena em Lisboa

Sento-me no blogger após visita para almoço ao Kaffeehaus, restaurante/café/sítio giro com ar novinho a estrear ao Chiado. Degustada a wienerschnitzel com salada de batata de gabarito, pedida a apfelstrudel, a acção que faz sorrir é o café: servido em bandeja individual com copo de água ENGARRAFADA. Me aguardem.
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Friday, 22 August 2008

Nelson

«Tu já viste que o que ele saltou é a distância do quarto até à cozinha!?», exclama a minha mãe.
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É oficial que:

- adoro queijo Queru para barrar;
- os Coldplay são uma seca;
- o Benfica já tem duas medalhas e arrisca terceira seriam quatro ai raisparta a Telma
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Tuesday, 19 August 2008

Salto no vazio

Não me lembro de ter estado tão nervosa como entre o segundo e o terceiro salto da Naide, eram 3h20. Fiquei a olhar para o computador, a abrir sucessivamente páginas, F5, a espreitar o triatlo, o diabo. Não acreditei que falhasse, mas também não tinha acreditado que arriscasse tanto no segundo como no primeiro.

Ela tinha sido a primeira a dizer que um estádio cheio era motivador, ao contrário de outros que tinham medo de ver gente, preferindo se calhar recintos vazios, quem sabe durante um jogo de Liga da U. Leiria, ou que queriam era estar na cama, ou se esqueciam de que estavam ali como atletas e não como espectadores.

Sei bem que para se qualificar para as finais, muitos dos atletas tinham que superar os seus recordes pessoais, como a Sílvia Cruz, que com 59m no dardo tinha que atirar a mais de 61, ou a Vânia, que com 68m precisava de atirar a 71 (!). Mas se há sítio onde isso seria mais possível, mais motivante, seria naquele espectacular estádio, cuidava eu. Mas não, preferem ir para a caminha, ou não estão fadados para «este tipo de competições», como esta vânia. Para casa, então.

Já a Naide, habituou-nos a passar qualificações. A ter marcas melhores do que as referências de passagem. Mas não deu, passou-se. Custou-me. Custou-nos. Daqui a 4 anos, quem sabe, se engole isto tudo que andou por aqui.

Resta-me o consolo, como tão bem li aqui, dos comentários dos agora separados Luís Lopes e Jorge Lopes, duas razões para eu vibrar com atletismo.

... e comentadores histéricos

Quero também agradecer ao comentador de remo do Eurosport o entusiasmo burbulhante -«vamos aplaudir de pé, senhores telespectadores, este atleta norueguês que em Maio de 2007 jantou numa tasca no bairro alto e com o qual passámos o inverno» - e também ao de polo aquático da rtp. Bem haja quem se lembra de, de quatro em quatro anos, tirar estes exemplares da caixa em que estão guardados. «ó silva, vamos transmitir aqui uma coisa de remo, não sabes em que caixa está o trolaró?

Thursday, 14 August 2008

Diário Olímpico 2

O que é que se passa com estes fatos da natação que não deixam ver os rabos das miúdas e os peitorais dos rapazes?
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Mais vale tarde que nunca

Nunca gostei do Rob Lowe quando era moda gostar do Rob Lowe. Há uns vinte anos, ou assim. Tinha penteados horríveis, era bonitinho de mais, arrisco até mau actor.

Mas depois aparece no West Wing, enxuto, bonitão, penteado moderno, olhos mais azuis, rápido nos diálogos como só aquela série sabia fazer.

E agora a confirmação com Irmãos e Irmãs. Enxuto, penteado moderno, olhos mais azuis, camisas impecavelmente passadas a ferro. Eu votava nele para presidente, mesmo que seja Republicano.
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Monday, 11 August 2008

Diário olímpico

A China tem destas coisas. Insistem em fazer os Jogos quando lá é de dia, por isso eu aqui vou dedicar os próximos dias a entrar por volta desta hora.

A noite pesa, já se sabe. Ando pelo Bairro de mini-geleira e banho recém-tomado quando outros já vomitam pelas esquinas. Assisto ao nascer do sol e saio já quando as ruas estao molhadas de acabadas de limpar, os cafés começam a abrir. Luto para não adormecer no comboio.

Chego a casa, fecho as persianas e digo boa noite, lá pelas 11 da manhã. E ainda falta...