Uma e meia da manhã, saio do trabalho, zuca, Rua do Diário de Notícias acima e curvo para a rua do Grémio Lusitano, para cortar caminho. Má ideia.
Ali, mesmo em frente ao Stravaganza, um jovem oferece chichi à parede, com os amigos a conversar a três metros. Que se passa para hoje em dia um homem achar que pode mijar em qualquer lado, sem olhar a quem passa, sem qualquer pudor? Devem achar, elas vêem pilas em todo o lado, nas revistas, nos filmes, já sabem como é. Muito bem, até pode ser, mas eu dispenso ver a TUA pila, jovem que mija na rua do Grémio Lusitano à 1.30 da manhã.
E já nem é só de noite, ainda no domingo, a meio da tarde, no muro da marginal em frente à praia de Carcavelos lá estava outro. Há poucos dias, aproveitando uns andaimes de obras também no Bairro, outro, deviam ser umas seis da tarde. O que é que se passa com essas bexigas?
Ah, eu se for ao Stravaganza dispenso ficar na esplanada... .
Ruas do Bairro Alto ainda sem gente. As carrinhas de distribuição vêm mais tarde, as de recolha de garrafas também. Entre o barulho do teclado, só se ouve o amolador através da janela aberta. Ai se o blog tivesse som... .
Outra outra coisa chata do calor e do verão, além do cinto do carro no pescoço, do suar entre as pernas é ter cabelos soltos pela t-shirt abaixo a fazer-me comichão nas mamas.
E calhou a Alemanha, graças à fantástica equipa do mister Bilic. Porém, temos o Beckenbauer do nosso lado, o Pepinho e o Ronaldo. É certo que também temos o Ricardo, mas eles têm um seleccionador um bocado pintas de mais. Estou confiante. .
Vi no Tyra Banks Show o Donald Trump confessar que nunca usou um multibanco. «Tem pessoas» que vão buscar o dinheiro por ele. Grande coisa. Eu também nunca andei de jacto particular. .
Gosto muito da Suécia. Já fui à Suécia e gostei. Os suecos são muito queridos e simpáticos e amorosos. Gosto muito do zlatan, o zlatan faz golos bonitos. Os suecos são amarelinhos. .
Embirrei, danei-me, disse mal, mas afinal as barraquinhas da Leya na Feira até são simpáticas. Dá para entrar, sermos nós a escolher o livro que levamos, só não gosto do modo de pagamento na «caixa central» do meio, que me «obrigou» a ir pagar um antes de ver o resto das editoras, sob pena de me sentir mal a circular com um livro que não tinha pago. Bem sei que os palhaços que lá andavam (literalmente, era gente mascarada) deviam estar a controlar, mas nunca fiando. Aviei a fartura da ordem - um eurito, vá - e caminhei à vontade. Ainda não havia mapa dos pavilhões, mas o multibanco não falhou. Os descontos continuam uma merda.
Assim, de cabeça: Brevíssima História do Tempo, Stephen Hawking Portugal hoje- o medo de existir, José Gil O jogo do Mundo, Julio Cortázar Alice no País das Maravilhas/Do outro lado do espelho, Lewis Carrol O sangue dos inocentes, Julia Navarro O deus das pequenas coisas, Arundhati Roy .