
(Alexandra Lucas Coelho, Público)
E é isto mesmo. O filme vai entrando melhor umas horas depois, já sem aquela música estranha, que não se entranha, que ajuda a que nos mantenhamos afastados de qualquer empatia com Daniel Plainview, nem mesmo quando se derrete em beijinhos com o filho adoptivo. E o final, o final... faz-nos ir acima e abaixo, enchendo medidas.
Tive de ir a correr ontem para o ver antes de domingo e dos Oscars, para me poder sentir plenamente em paz quando ele for receber o dito do oscar.
Só me chateia ainda não ter visto a maioria dos outros, assim não sei como me sentir quando anunciarem os vencedores.







