Friday, 24 November 2006

Até já

La Familia de Felipe IV ou "Las Meninas"

Óleo sobre tela: 3,18 x 2,76 mts.

(Século XVII)

- Não gosto de «horchata»

- Gosto de tapas

- Gosto do Prado

- Gosto da Plaza Mayor e do Paseo da Castellana

- Não gosto do frio nem que não tenha rio

- Gosto que fique a 6 horas de distância


Não, não e não

foto roubada aqui)
Eu tenho lareira, pá, quero cá o homem a subir-me pela janela!!

Wednesday, 22 November 2006

Viciozinho novo

(Prison Break, Fox, quintas às 22 e repete que se farta)

O rapaz é bonito, que é. Arranjou maneira de ser preso e estar a cumprir pena no mesmo estabelecimento prisional que o irmão, a fim de o libertar da sentença de pena de morte marcada para daí a um mês. [Não se sabe como é que conseguiu ir para a mesma prisão, mas isso ficou garantido no guião].

O objectivo é fugir da cadeia com o auxílio dos planos da prisão, que ele a tempo tratou de tatuar no corpo. Génio, além de giro. Os conflitos são sempre os mesmos, que são. Há os maus, os muito maus, as bichonas, os que querem ser deixados em paz.

Mas ao fim de três episódios eu já estou no barco. Ou na cela, vá.

Thursday, 16 November 2006

E pronto

Rendi-me.
Sou dona de uma árvore de natal que vai para o ar nos próximos dias.
Fiquei também a saber que há uma série de «conceitos» apensos a uma arve.
Vejamos:

-conceito escandinavo: nasceu para rivalizar com o IKEA e os conjuntos de bolas e enfeites a 10 euros que há por lá. Corações, estrelas e bolas de pano em vermelho e branco. Sem recurso a grinaldas, que isso, de resto, passou de moda;


- conceito indian: a arve é normal, mas os ornamentos, nomeadamente bolas, são com tecidos sedosos e missangas:

- conceito oriental: a árvore está invertida, ou seja, em baixo é estreita e vai crescendo para cima. Tenho até medo desta, parece sempre que nos vai cair em cima.

Depois há ainda arves cor de rosa, brancas e até pretas, se quisermos o «look incêndio». Outras com pinhas já agarradas aos ramos, outras com alguns em branco para dar um ar mais de neve.

Eu fiquei-me por um pinheiro canadiano - não o delux, porque esse custava 15 euros, mas um que saiu a 8. Há sempre os pinheiros dos alpes e outros que tais, se quisermos largar 160 euros. Ou não.

Tuesday, 14 November 2006

É nosso

Entrada (1917)
óleo sobre tela com colagem 93,5 x 76 cm
Centro de Arte Moderna
Fundação Calouste Gulbenkian


É inaugurada amanhã na Gulbenkian a maior exposição organizada em torno de Amadeo de Souza-Cardoso, com 260 obras suas e 38 de artistas seus contemporâneos, como Modigliani ou Picasso. A exposição estará patente até 14 de Janeiro de 2007. Grande parte das obras dos artistas estrangeiros foram cedidas por alguns dos mais famosos museus do mundo, desde o British Museum, de Londres, ao Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MOMA).
fonte: Sic online/lusa

Saturday, 11 November 2006

Ode


ao mau gosto, às piadas porcas, ao tratar mal os filhos, aos bebés maléficos, aos cães mais inteligentes que os donos, ao non-sense, ao politicamente muito incorrecto.

(Family Guy, na Fox, 14.25 de 2ª a 6ª)

Friday, 10 November 2006

Sim

Sim, gostei mesmo.



Da música, dos All Star, dos fatos, da solidão, dos sapatos. Só chateou o microfone de ambiente a aparecer por cima dos actores.


Agora alguém me arranje um bolinho, por favor.

Wednesday, 8 November 2006

Será de mim...

Ou a música do anúncio da TMN casa é igual a uma dos Arcade Fire que não me lembra agora o nome e é capaz de ser o Wake up? Hum?

Tuesday, 7 November 2006

GMT+1

Também me chateia isto da mudança da hora.
Uma pessoa quer fazer qualquer coisa de útil e pouco depois de almoço já é de noite.
Demora algum tempo até me habituar e aos outros também, aqueles que ainda marcam coisas ao ar livre para as quatro horas e aquilo acaba já de noite.
Vamos ao café lanchar e achamos que já estamos em cima da hora do jantar mas afinal são 6.30.
Ainda por cima chove e o céu fica mais escuro mais cedo do que manda o relógio.
Mais: se a hora ainda fosse a anterior, eu estava mais perto de me ir embora do trabalho.
Há que ter toda a maçada de acertar os relógios de pulso, do gravador (sim, eu tenho gravador), do carro (que complicado, normalmente nem me dou ao trabalho e está certo seis meses por ano) do telemóvel, GMT+1.
Quero a antiga hora de volta, por favor.

Ó rapariga...

(foto site oficial Nelly Furtado)

que faux-pas, esta franja,
tens uma carinha tão gira...
(Não invalida a espectacular simpatia na estrevista à SIC)

Para conduzir um pouquinho mais depressa...

Friday, 3 November 2006

Bluff

Um destes dias à noite distraí-me a ver a Jura, na Sic. Tinham prometido maminhas e sexo e tal. Perdi 15 minutos e 37 segundos naquilo, mas nem um roço com gente despida, nada. Só três quartos das mamas da Patrícia Tavares - o que, dado o tamanho já não é despiciendo - que rebolava com o Ricardo Pereira em cima de uma cama de uns amigos. Quando estes entraram, disseram que estavam à procura dos casacos. Iá, tá bem. Aquilo é mau, não há volta a dar. Os diálogos são foleiros, os cenários são irreais, ouve-se o som dos saltos a bater nas tábuas do chão, eu juro que não devo voltar àquilo.

Tuesday, 31 October 2006

Cá coisas

Porque é que nas portagens, nunca são as vias do meio que estão abertas e a gente tem de fazer um desvio para a cabina mais longe para pagar?

[Série: esta posta não é minha]

Convidado esporádico e fugaz faz a sua reaparição:

És um erro ortográfico

Fico, como se costuma dizer, feliz por ti, miúda, o que quer que isto seja. Fico assim feliz com um prisioneiro, no mesmo sítio há anos, que vê partir um companheiro de cela. Ouviu dizer que recebeu um perdão, um prémio de bom comportamento, como se fosse possível alguém portar-se mal aqui dentro.

Custa resumir esta década de choros que se choram numas noites, no escuro, de saudades do ar da liberdade que aqui não entra pela janela. E outras lágrimas que se ouvem, noutras noites, ouvem-se como se fossem as nossas.Acredita que fico feliz por te ver partir, miúda.

Percebo tudo nesta carta que escreveste e que tem um ou dois erros ortográficos. Até que ponto posso eu ser frio e insensível para reparar nos teus erros ortográficos numa altura destas. Escreveste «detestote».

Fico feliz com o perdão que te foi concedido, é bom para ti ires-te embora. Mas não consigo deixar de ficar triste por ser agora eu o único a ficar cá dentro, dentro de mim.

posted by: Lunatic on the Grass

Monday, 30 October 2006

Dúvida

Ontem, no meu aparelho receptor de televisão, sintonizado na TVI não fosse dar a novela, apareceram Olavo Bilac e Cinha Jardim num dueto (duelo?). A ideia daquilo é ter um cantor com uma pessoa que não saiba cantar, mas neste particular fiquei confusa. Qual era suposto ser o que não sabe cantar?

O nível e o interesse

Nos últimos dias, têm chegado ao Ensaimada através do Google pessoas que pesquisam por:

- Pavilhão Atlântico;
- Pedro Granger;
(mania de falar em novelas, pá)
- Algemada;
(Algemada?? não me lembro bem, mas pronto)
- Snoop dog travessura;
(outra vez?)
- Porque é que Plutão já não é planeta;
- Rabos;
(é, já postei sobre isto, já...)
- Miúdas giras;
- Garotas lindas;
- As melhores cenas de cinema;
- Como chegar ao elevador da Bica;
- Nutri-gloss;
- Quem matou a Joana na novela Fala-me de amor;
('travez a novela, apre)
-Piadas porcas
(ok, pronto)

Ora bem, se por um lado se nota um certo interesse cultural, como os casos de Plutão, das melhores cenas de cinema e da Bica, já para não falar do champô nutri-gloss, de resto verifica-se que eu escrevo muito sobre raparigas e os seus atributos. Devo mudar? Ou deixo andar?

Certinho é que depois deste post vão ter mais uma entrada para ver.

Sunday, 29 October 2006

Palavras que eu odeio

- Desiderato.

Solução: delete imediato.

Saturday, 28 October 2006

Denim


Gostava de ter uma conversa séria com a pessoa que inventou as camisas de ganga. Perguntar para que servem, qual é o propósito.

Nos idos inícios dos anos 9o, época de profunda vergonha no meu roupeiro, tive uma, da Levis. Na altura usava-se roupa muito larga, por isso dentro da minha caberiam duas pessoas. Tinha de dobrar os punhos para conseguir pôr as mãos de fora. Entalavam-se dentro das calças e fazia-se um leve estufado na cintura.

Sempre me fez alguma confusão, porque a cor - azul claro - nunca batia certo com a das calças. Depois eram um bocado frias, pelo que usava por baixo uma camisola interior que me fazia parecer o McGyver.

Resumindo: ainda vejo por aí pessoas com as ditas, quando julgava que essa moda tinha acabado. É que as camisas de ganga não servem mesmo para nada.

Thursday, 26 October 2006

Epa, cum catano



Ed Harcourt & Magic Numbers - Revolution in the Heart