Ok, malta que escreve o Fala-me de Amor, eu sei que foi tudo muito repentino, mas:
-Demora muito a dizer quem é que matou a Joana? Aquilo de eles andarem todos a usar a mesma pedra lá no descampado já chateia.
E depois:
- Quando é que páram com os flashbacks? Mais de metade de um episódio...
- É preciso dar um estalo na Leonor e no Vasco?
- Não se pode arranjar um homem bonito à São José Correia?
- Será que o Zé Pedro Vasconcelos faz um inspector de polícia convincente? E o outro, o Eurico? Poramordeus...
- A Sara não pode passar a beber sumo e a mudar mais vezes de roupa em vez da camisa de seda cor-de-rosa? Lá que é gira, é...
- A Lídia Franco vai ou não dar um beijo ao Joel Branco à frente da D. Natércia provocando-lhe um ataque cardíaco ao nível da carteira?
- Não dá para cortar o cabelo ao Frederico/Miguel/raio que o parta? E quer dizer que sendo Frederico nome de rico, Miguel é nome de pobre?
- E a Fernanda, vai ser estrangulada com os lencinhos?
Espero que me respondam brevemente a isto, apesar de não me apetecer que comece aquela com a Rita Pereira a fazer de Julie Andrews von Trap. Obrigada.
Sunday, 22 October 2006
Saturday, 21 October 2006
A ver, por favor
Voilà! In view, a humble vaudevillian veteran, cast vicariously as both victim and villain by the vicissitudes of fate. This visage, no mere veneer of vanity, is a vestige of the vox populi, now vacant, vanished. However, this valorous visitation of a bygone vexation stands vivified, and has vowed to vanquish these venal and virulent vermin vanguarding vice and vouchsafing the violently vicious and voracious violation of volition. The only verdict is vengeance; a vendetta held as a votive, not in vain, for the value and veracity of such shall one day vindicate the vigilant and the virtuous. Verily, this vichyssoise of verbiage veers most verbose, so let me simply add that it's my very good honour to meet you and you may call me V.[Discurso de apresentação da personagem V]
PS: Vénia ao senhor Hugo WeaVing.
Friday, 20 October 2006
Wednesday, 18 October 2006
Ah, pronto, tá explicado
Detectadas diferenças no cérebro de pessoas que sofrem de enxaqueca
Pela primeira vez, encontraram-se diferenças na estrutura do cérebro de pessoas que sofrem de enxaqueca.
Pela primeira vez, encontraram-se diferenças na estrutura do cérebro de pessoas que sofrem de enxaqueca.
Saturday, 14 October 2006
Voltar a dar
...............................

-Belas maminhas, ó Penélope;
-É preciso tanta maquilhagem para uma pobretona? Hollywood não te fez muito bem. (Não vamos sequer falar do anúncio da laca, ok?)
- E fala-se assim a uma irmã? Que vergonha.
-Gostei mesmo foi da Carmen Maura, a mãe que volve;
-E das meias de descanso pelo joelhos usadas por quase todas.
-Almodovar, tás lá.

-Belas maminhas, ó Penélope;
-É preciso tanta maquilhagem para uma pobretona? Hollywood não te fez muito bem. (Não vamos sequer falar do anúncio da laca, ok?)
- E fala-se assim a uma irmã? Que vergonha.
-Gostei mesmo foi da Carmen Maura, a mãe que volve;
-E das meias de descanso pelo joelhos usadas por quase todas.
-Almodovar, tás lá.
Friday, 13 October 2006
Wednesday, 11 October 2006
A quente
Gostava de conversar com o Scolari a sós. Gostava mesmo. Explicar-lhe umas ou duas coisas, talvez com recurso a desenhos ou um quadro e marcadores às cores. Horas depois, ele ia tirar a camisola de dentro das calças de fato de treino, falar com as pessoas de modo normal e nós não estaríamos a perguntar-nos que é feito do Pauleta.
Exerxício
Imaginem que estão a chegar a casa. (Ok, eu sei que vocês chegam a casa todos os dias)
Agora imaginem que no vosso prédio o elevador só funciona a partir do primeiro andar. Lá chegados, fazem o quê?
- Lançam a mão ao puxador com confiança esperando que ele esteja lá e não está
ou
- Tocam no botão de chamada e ficam com cara de enfado quando a luz se acende e ele está lá?
Acontece-me frequente lançar a mão e a porta não abrir, pior é quando levo coisas nas mãos que tive de poisar. Outras vezes decido jogar pelo seguro e vou ao botão, verificando que o elevador até está lá. Fico mais chateada ainda. Já tou um bocado confusa com isto, por acaso. Vai de instinto.
Agora imaginem que no vosso prédio o elevador só funciona a partir do primeiro andar. Lá chegados, fazem o quê?
- Lançam a mão ao puxador com confiança esperando que ele esteja lá e não está
ou
- Tocam no botão de chamada e ficam com cara de enfado quando a luz se acende e ele está lá?
Acontece-me frequente lançar a mão e a porta não abrir, pior é quando levo coisas nas mãos que tive de poisar. Outras vezes decido jogar pelo seguro e vou ao botão, verificando que o elevador até está lá. Fico mais chateada ainda. Já tou um bocado confusa com isto, por acaso. Vai de instinto.
Friday, 6 October 2006
Estado de espírito
(foto com Direitos Reservados, concerto anterior)
Not talkin bout a year
No not three or four
I dont want that kind of forever
In my life anymore
Forever always seems
To be around when it begins
But forever never seems
To be around when it ends
So give me your forever
Please your forever
Not a day less will do
From you
People spend so much time
Every single day
Runnin round all over town
Givin their forever away
But no not me
I wont let my forever roam
And now I hope I can find
My forever a home
So give me your forever
Please your forever
Not a day less will do
From you
Like a handless clock with numbers
An infinite of time
No not the forever found
Only in the mind
Forever always seems
To be around when things begin
But forever never seems
To be around when things end
So give me your forever
Please your forever
Not a day less will do
From you
Ben Harper, Forever
Not talkin bout a year
No not three or four
I dont want that kind of forever
In my life anymore
Forever always seems
To be around when it begins
But forever never seems
To be around when it ends
So give me your forever
Please your forever
Not a day less will do
From you
People spend so much time
Every single day
Runnin round all over town
Givin their forever away
But no not me
I wont let my forever roam
And now I hope I can find
My forever a home
So give me your forever
Please your forever
Not a day less will do
From you
Like a handless clock with numbers
An infinite of time
No not the forever found
Only in the mind
Forever always seems
To be around when things begin
But forever never seems
To be around when things end
So give me your forever
Please your forever
Not a day less will do
From you
Ben Harper, Forever
Tuesday, 3 October 2006
Protejam o pescoço
Gosto de livros grandes. Gosto mesmo desse desafio que é pegar num calhamaço e devorá-lo. Acabei ontem o exemplar abaixo, 600 páginas de aventura pela Turquia, a França, a Bulgária, a Hungria (uff, uff) atrás do túmulo do príncipe da Valáquia, Vlad Tepes, o Drácula, o senhor ainda mais abaixo.
Há sangue, há fantástico, há História da Europa, há romance, há tudo o que estamos à espera e ainda mais, tudo muito acima do tonto do Dan Brown. Demorei muito tempo, mais do que o costume, mas cheguei ao fim com uma sensação plena. Não li o do Bram Stoker, nem sequer gostei muito do filme do Copolla, deve ser por causa desse grande actor do Keanu. Mas pronto, quem tiver pachorra que se lhe atire ao pescoço.
Monday, 2 October 2006
O tempo a correr
Pronto, ele acaba de me dizer que já andam aí a montar as luzes de natal. Só faltam mesmo uns segundinhos até chegar o anúncio da Moviflor com o Pai Natal. Está tudo perdido.
Friday, 29 September 2006
Wednesday, 27 September 2006
Acendam as luzes!!!
Uma pessoa chega de férias, vai jantar ao Bairro Alto e aquilo parece que está tudo fundido. Mas não, as luzes estão vermelhas do Príncipe Real até ao Camões, e tudo passa a parecer um bocadinho mais perigoso. Não se vê quase nada à noite, é impressionante. Depois venho a descobrir que aquilo afinal é arte e no largo do cauteleiro até está uma barraca de madeira que também é arte.
Mais à frente descubro isto
A Luzboa - Bienal Internacional da Luz 2006 é uma iniciativa de superior interesse cultural, abrangida pela Lei do Mecenato Cultural, nos termos do Decreto-Lei n.º 74/99 de 16 de Março.
no site das pessoas que acharam que era giro isto de comunicar com a luz.
Já me disseram: ah, se fosse noutro sítio, tipo no estrangeiro, até era coisa para dizeres olha que estava catita. Mas não. Se calhar. Só que aqui, quando tenho de ir para o carro à noite com esta luz mínima, não acho piada nenhuma.
O que vale é que no fim-de-semana já vão todos para casa.
Mais à frente descubro isto
A Luzboa - Bienal Internacional da Luz 2006 é uma iniciativa de superior interesse cultural, abrangida pela Lei do Mecenato Cultural, nos termos do Decreto-Lei n.º 74/99 de 16 de Março.
no site das pessoas que acharam que era giro isto de comunicar com a luz.
Já me disseram: ah, se fosse noutro sítio, tipo no estrangeiro, até era coisa para dizeres olha que estava catita. Mas não. Se calhar. Só que aqui, quando tenho de ir para o carro à noite com esta luz mínima, não acho piada nenhuma.
O que vale é que no fim-de-semana já vão todos para casa.
Tuesday, 26 September 2006
Bonfim?
Acho que não é só a mim que irrita o anúncio da Sara Tavares a cantar numa janela a propósito de um banco. É da música ou das trancinhas, não sei bem.
Depois, parece-me que ela canta «Bonfim», e que ali é que vai ser feliz, o que me faz sempre ficar à espera de ver o plano a abrir e ela a morar no estádio do Vitória de Setúbal.
Depois, parece-me que ela canta «Bonfim», e que ali é que vai ser feliz, o que me faz sempre ficar à espera de ver o plano a abrir e ela a morar no estádio do Vitória de Setúbal.
Monday, 25 September 2006
Pensam em tudo
Pavilhão Atlântico [actualização]
a surpresa...
o obrigadão
o extra:
concerto de Milão, 17 de Setembro, temos o teclista do nosso lado
.
(é ainda possível encontrar fotos com os textos nas línguas nacionais que o Vedder tanto se esforça por ler. bem-hajam)
.
Sunday, 24 September 2006
Afinal existem mesmo
Ouvido na Radar:
«Eu sou um príncipe encantado e estou aqui para vos salvar dos Linkin Park»
Rufus Wainwright
(concordo, Lisa)
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