Saturday, 1 July 2006
Trânsito (parte coiso e tal)
Devia haver uma maneira de a gente poder apitar para o carro que vem atrás de nós a fazer cenas, a dar aos braços, a bufar, colados à traseira do carro só porque ficam uns centímetros mais à frente. Alguém que invente a buzina traseira, ou assim.
Tuesday, 27 June 2006
No mail e no telemóvel
More tour dates added in Europe for Ben Harper and the Innocent Criminals this fall!
Oct 04 - Lisbon, Portugal @ Pavilhao Atlantico

Sunday, 25 June 2006
Friday, 23 June 2006
É
While the crowd is waiting for the final kiss
the one which allows them to sleep well
We'll walk along our own path
the one which will lead us to our own bless
But we need hints
before we get tired
But we need hints
before we get tired
We need hints
before we lose pace
Now we need a hint
to know we're on the right track
But we need hints
before we get tired
But we need hints
before we get tired
We need speed
before we lose pace
Now we need a hint
to know we're on the right track
Hints, Jose Gonzalez, o sueco mais argentino que há
the one which allows them to sleep well
We'll walk along our own path
the one which will lead us to our own bless
But we need hints
before we get tired
But we need hints
before we get tired
We need hints
before we lose pace
Now we need a hint
to know we're on the right track
But we need hints
before we get tired
But we need hints
before we get tired
We need speed
before we lose pace
Now we need a hint
to know we're on the right track
Hints, Jose Gonzalez, o sueco mais argentino que há
Thursday, 22 June 2006
Wednesday, 21 June 2006
Tuesday, 20 June 2006
Lição de bola II
Monday, 19 June 2006
Brigadinha
Graças a uma das minhas vizinhas e ao seu botão do volume, tive, tal como todo o prédio, oportunidade de ouvir quase por completo o álbum do James Blunt. Obrigado. Eu sentia-me um bocado mal por andar a criticar o rapaz só após ter ouvido duas músicas (descontemos a quatidade de vezes que já tive de escutar o ór butiful). Agora posso, com toda a propriedade, afirmar que é uma verdadeira merda. Obrigadinha, ó vizinha.
Friday, 16 June 2006
Thursday, 15 June 2006
Wednesday, 14 June 2006
Quando a música atrapalha
Ainda nas escadas do prédio onde trabalho senti o cheiro da chuva. A caminho de casa comecei a ver clarões. Relâmpagos.
.
No carro abri a janela e até baixei o rádio para ver melhor - começavam a formar-se por cima da ponte. Neste caso a música só atrapalhava e assim fui: vidro em baixo, só o barulho do motor, do carro a galgar asfalto a 75 km/hora. Relâmpagos.
.
Quando cheguei a casa começou a chover, os cães já uivavam. Ouviu-se um murmurinho - os relâmpagos iam trazer companhia. Cheguei a casa, levantei os estores e sentei-me a ver a cena. Troquei mensagens com quem também via o espectáculo noutro lado da cidade. «Tá brutal». Relâmpagos.
.
Bem me parecia que cheirava a chuva ainda nas escadas do prédio. Não me enganei.
.
(PS: este texto andou perdido no blogger, só o consegui recuperar dia 19, mas entra no dia e na hora em que o escrevi.)
Tuesday, 13 June 2006
Santos da rua
Descer a rua do elevador da Bica deve ser fácil 364 dias por ano. Mas de 12 para 13 de Junho é que tem piada. Companhia boa, mãos dadas para ninguém se perder e lá vamos nós. Uns bons dez minutos, com engarrafamentos de gente pelo meio e chegamos ao largo de st. antoninho. Música ao vivo, com uma banda sofrível, como se quer. Cerveja na mão, siga o bailarico.
Aquilo murcha por volta das 3 e tal, seguimos a pé para a Sé. Mainada. Esta cidade tem curvas, é subir e descer. Mais povo amigo por lá, ainda menos espaço para circular. Cerveja nas mamas, cerveja no casaco, cerveja nas calças. Alegria.
Começa a ficar de dia. A cassete do Quim Barreiros já acabou: a Teresa já chupou no gelado, o mestre de culinária já comprou a panela de pressão. O auge, para mim, foi DZRT. A mim tanto me dá, ou assim. A rua já está mais desanuviada, são seis e tal da manhã. Hora de voltar para os carros no Bairro Alto - Lisboa empresta as curvas outra vez, sobe e desce.
Entro no carro às 6.30 e descubro que o dia vai estar cinzento antes de muitos outros. Bom Dia Santo António.
Aquilo murcha por volta das 3 e tal, seguimos a pé para a Sé. Mainada. Esta cidade tem curvas, é subir e descer. Mais povo amigo por lá, ainda menos espaço para circular. Cerveja nas mamas, cerveja no casaco, cerveja nas calças. Alegria.
Começa a ficar de dia. A cassete do Quim Barreiros já acabou: a Teresa já chupou no gelado, o mestre de culinária já comprou a panela de pressão. O auge, para mim, foi DZRT. A mim tanto me dá, ou assim. A rua já está mais desanuviada, são seis e tal da manhã. Hora de voltar para os carros no Bairro Alto - Lisboa empresta as curvas outra vez, sobe e desce.
Entro no carro às 6.30 e descubro que o dia vai estar cinzento antes de muitos outros. Bom Dia Santo António.
Sunday, 11 June 2006
Saturday, 10 June 2006
Thursday, 8 June 2006
Balancete
Ainda não tenho a minha voz na totalidade.
Cheguei cedinho, ainda decorriam sound-checks. A gang só ficou toda reunida já os Editors tocavam. Giros. Boas músicas, atitude rock n roll e o vocalista estão tão emocionado com Super Bock que nem se lembrava bem do nome da própria banda.
dEUS, finalmente. Uns anitos à espera de boa oportunidade. Rockalhada da boa, Suds & Soda a fechar em grande. Estava pronta para me ir embora. Mas não.
Para o The Cult convenceram-me a ir lá para a frente. A banda que menos me puxava foi a que me levou mais à frente. Enfim. Deu para ver o Ian e ficar com uma certeza: se o visse na rua comprava-lhe a CAIS. De resto grandes músicas, bom ritmo, aqueceram um bocadinho mais aquilo.
Tempo para descomprimir. Mega-bifana à hora dos Keane, deu para chichi e sentar à espera que o virgenzinho se calasse. Depois veio o Tigerman, que atirou uma guitarra para o público. O povo levantou-se para ouvir música novamente.
Furámos, fomos por ali fora e acabei por ficar sem o meu amigo - aqui ficam desculpas públicas. Começa a cena e eu começo a tripar, porque aquilo ao vivo soa muito bem. Tenho a sensação que a partir de certa altura eles terão pensado «eles estão a curtir tanto isto que bora atirar-lhes com os dois álbuns inteiros». E assim foi, quase. Pelo meio tivemos direito a uma música nova e uma coisa que nunca tinha visto: dois tipos a tocar na mesma bateria; não, espera, três!! Duas horas naquilo, sem respirar, o This Fire a fechar com muita força.
Obrigada, pá
Cheguei cedinho, ainda decorriam sound-checks. A gang só ficou toda reunida já os Editors tocavam. Giros. Boas músicas, atitude rock n roll e o vocalista estão tão emocionado com Super Bock que nem se lembrava bem do nome da própria banda.
dEUS, finalmente. Uns anitos à espera de boa oportunidade. Rockalhada da boa, Suds & Soda a fechar em grande. Estava pronta para me ir embora. Mas não.
Para o The Cult convenceram-me a ir lá para a frente. A banda que menos me puxava foi a que me levou mais à frente. Enfim. Deu para ver o Ian e ficar com uma certeza: se o visse na rua comprava-lhe a CAIS. De resto grandes músicas, bom ritmo, aqueceram um bocadinho mais aquilo.
Tempo para descomprimir. Mega-bifana à hora dos Keane, deu para chichi e sentar à espera que o virgenzinho se calasse. Depois veio o Tigerman, que atirou uma guitarra para o público. O povo levantou-se para ouvir música novamente.
Furámos, fomos por ali fora e acabei por ficar sem o meu amigo - aqui ficam desculpas públicas. Começa a cena e eu começo a tripar, porque aquilo ao vivo soa muito bem. Tenho a sensação que a partir de certa altura eles terão pensado «eles estão a curtir tanto isto que bora atirar-lhes com os dois álbuns inteiros». E assim foi, quase. Pelo meio tivemos direito a uma música nova e uma coisa que nunca tinha visto: dois tipos a tocar na mesma bateria; não, espera, três!! Duas horas naquilo, sem respirar, o This Fire a fechar com muita força.
Obrigada, pá
Subscribe to:
Posts (Atom)












