Wednesday, 21 June 2006

kill billa-me aqui o fato de treino

Kill Bill Vol. 1
«I didn't say sell me, i said give me [the Hanzo sword]»

Tuesday, 20 June 2006

Tira, tira, tira!

(foto AP/Vincenzo Pinto)

Lição de bola II

O melhor nome deste Mundial é:

CESC FABREGAS.
CESC FABREGAS.
CESC FABREGAS.

Cesc porque soa a fósforo a riscar. Ceeesssccc!
Fabregas porque sim, soa a coisa distinta, de família séria, de romance cheio de trocas e baldrocas. Pelo meio ainda joga na Espanha, com grandes exibições.

Monday, 19 June 2006

Brigadinha

Graças a uma das minhas vizinhas e ao seu botão do volume, tive, tal como todo o prédio, oportunidade de ouvir quase por completo o álbum do James Blunt. Obrigado. Eu sentia-me um bocado mal por andar a criticar o rapaz só após ter ouvido duas músicas (descontemos a quatidade de vezes que já tive de escutar o ór butiful). Agora posso, com toda a propriedade, afirmar que é uma verdadeira merda. Obrigadinha, ó vizinha.

Friday, 16 June 2006

Ó faxavor, levo dois destes


(AP/Markus Schreiber)
Bebés da suécia: o melhor que há

Thursday, 15 June 2006

Aqui também há bebés

(Foto AP)

Pablo Aimar, suplente da Argentina, titular na minha equipa

Wednesday, 14 June 2006

Quando a música atrapalha

Ainda nas escadas do prédio onde trabalho senti o cheiro da chuva. A caminho de casa comecei a ver clarões. Relâmpagos.
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No carro abri a janela e até baixei o rádio para ver melhor - começavam a formar-se por cima da ponte. Neste caso a música só atrapalhava e assim fui: vidro em baixo, só o barulho do motor, do carro a galgar asfalto a 75 km/hora. Relâmpagos.
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Quando cheguei a casa começou a chover, os cães já uivavam. Ouviu-se um murmurinho - os relâmpagos iam trazer companhia. Cheguei a casa, levantei os estores e sentei-me a ver a cena. Troquei mensagens com quem também via o espectáculo noutro lado da cidade. «Tá brutal». Relâmpagos.
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Bem me parecia que cheirava a chuva ainda nas escadas do prédio. Não me enganei.
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(PS: este texto andou perdido no blogger, só o consegui recuperar dia 19, mas entra no dia e na hora em que o escrevi.)

Tuesday, 13 June 2006

Santos da rua

Descer a rua do elevador da Bica deve ser fácil 364 dias por ano. Mas de 12 para 13 de Junho é que tem piada. Companhia boa, mãos dadas para ninguém se perder e lá vamos nós. Uns bons dez minutos, com engarrafamentos de gente pelo meio e chegamos ao largo de st. antoninho. Música ao vivo, com uma banda sofrível, como se quer. Cerveja na mão, siga o bailarico.

Aquilo murcha por volta das 3 e tal, seguimos a pé para a Sé. Mainada. Esta cidade tem curvas, é subir e descer. Mais povo amigo por lá, ainda menos espaço para circular. Cerveja nas mamas, cerveja no casaco, cerveja nas calças. Alegria.

Começa a ficar de dia. A cassete do Quim Barreiros já acabou: a Teresa já chupou no gelado, o mestre de culinária já comprou a panela de pressão. O auge, para mim, foi DZRT. A mim tanto me dá, ou assim. A rua já está mais desanuviada, são seis e tal da manhã. Hora de voltar para os carros no Bairro Alto - Lisboa empresta as curvas outra vez, sobe e desce.

Entro no carro às 6.30 e descubro que o dia vai estar cinzento antes de muitos outros. Bom Dia Santo António.

Cuidado com eles

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(AP/Karim Jaabar)
República Checa-EUA, 3-0

Sunday, 11 June 2006

Os melhores adeptos

(AFP/Jens Schuetler)
No Sérvia e Montenegro-Holanda, Leipzig

Foto do dia

(AP/Dusan Vranic)

Porque não esquecemos o homem, e o homem não esquece a pátria

Saturday, 10 June 2006

Thursday, 8 June 2006

Balancete

Ainda não tenho a minha voz na totalidade.

Cheguei cedinho, ainda decorriam sound-checks. A gang só ficou toda reunida já os Editors tocavam. Giros. Boas músicas, atitude rock n roll e o vocalista estão tão emocionado com Super Bock que nem se lembrava bem do nome da própria banda.

dEUS, finalmente. Uns anitos à espera de boa oportunidade. Rockalhada da boa, Suds & Soda a fechar em grande. Estava pronta para me ir embora. Mas não.

Para o The Cult convenceram-me a ir lá para a frente. A banda que menos me puxava foi a que me levou mais à frente. Enfim. Deu para ver o Ian e ficar com uma certeza: se o visse na rua comprava-lhe a CAIS. De resto grandes músicas, bom ritmo, aqueceram um bocadinho mais aquilo.

Tempo para descomprimir. Mega-bifana à hora dos Keane, deu para chichi e sentar à espera que o virgenzinho se calasse. Depois veio o Tigerman, que atirou uma guitarra para o público. O povo levantou-se para ouvir música novamente.

Furámos, fomos por ali fora e acabei por ficar sem o
meu amigo - aqui ficam desculpas públicas. Começa a cena e eu começo a tripar, porque aquilo ao vivo soa muito bem. Tenho a sensação que a partir de certa altura eles terão pensado «eles estão a curtir tanto isto que bora atirar-lhes com os dois álbuns inteiros». E assim foi, quase. Pelo meio tivemos direito a uma música nova e uma coisa que nunca tinha visto: dois tipos a tocar na mesma bateria; não, espera, três!! Duas horas naquilo, sem respirar, o This Fire a fechar com muita força.

Obrigada, pá

Cum Kaprano...

. (foto Manuel Lino, IOL)


O cartaz do Super Bock fecha com Franz Ferdinand. Uma pessoa vai com boas intenções, com expectativas elevadas, é certo. Depois leva pela proa com uma coisa ainda melhor e durante duas horas está em extase. Agora não tou capaz de mais nada.

This fire is out of control
i'm going to burn this city!!!!!

Wednesday, 7 June 2006

Lição de bola I


(Alessandro Nesta)

Falemos a sério. A Itália tem a selecção mais gira. Também não é complicado: é da terra dos Dolce e Gabanna (que desenham os fatos oficiais, ou seja, são a Fátima Lopes deles), dos Guccis, dos Armanis, dos diabo à quatro. Estão na moda e não podem fugir a isso. Já levaram a Taça em 1934, 1938 e, mais recentemente, 1982, tinha esta vossa amiga quatro anos e pouca apetência para gajos a correr atrás da bola. Mas isso mudou. No entanto, não devem chegar lá. E eu ofereço-me para consolar este menino. Anda cá, Sandro.

Tuesday, 6 June 2006

Aviso


(foto AP/Paulo Duarte)


Faltam dois dias para começar o Mundial;

Este blog vai ter muito mais futebol do que o costume;

Tirando Portugal, estou pela Argentina, pela Holanda (logo, grandes possibilidades de chegar à final) e pelo Shevchenko;

Admito a Suécia e a República Checa;

Contra o Brasil, a Alemanha e a Itália;

Até me vou lançar a dar aí umas lições de bola;

Portanto, quem não gostar de calcio, tenha paciência, mas a chinchinha está quase a rolar.

Já não me falta tudo

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Vá, também quero um rancho à minha espera



Você até tem um certo jeito, e de vez em quando faz um brilharete; mas geralmente anda um bocado à nora. A organização não é o seu forte, você confia em absoluto no instinto. Você é pão-pão queijo-queijo: tudo ou nada! Acha sempre que vai conseguir ter tudo, mas, aqui entre nós, ou fica lá muito perto ou dá uma monumental barraca.

Tudo bem, pá, quem me mandou a mim escolher a raposa e não querer fazer batota no trivial?...

Via ligado à terra.

Saturday, 3 June 2006

Pois que...

o Pauleta saiu ao intervalo no jogo com o Luxemburgo sem, desta vez, marcar golos a uma equipa a brincar. Tou mesmo a ver que não vai marcar mais nenhum até Agosto.

Cada dia me soam melhor

...«Ive done the math enough to know the dangers of a second guessing
Doomed to crumble unless we grow, and strengthen our communication
Cold silence has a tendency to atrophy any sense of compassion
Between supposed lovers»...


Schism, Tool