Tuesday, 6 June 2006

Aviso


(foto AP/Paulo Duarte)


Faltam dois dias para começar o Mundial;

Este blog vai ter muito mais futebol do que o costume;

Tirando Portugal, estou pela Argentina, pela Holanda (logo, grandes possibilidades de chegar à final) e pelo Shevchenko;

Admito a Suécia e a República Checa;

Contra o Brasil, a Alemanha e a Itália;

Até me vou lançar a dar aí umas lições de bola;

Portanto, quem não gostar de calcio, tenha paciência, mas a chinchinha está quase a rolar.

Já não me falta tudo

.

Vá, também quero um rancho à minha espera



Você até tem um certo jeito, e de vez em quando faz um brilharete; mas geralmente anda um bocado à nora. A organização não é o seu forte, você confia em absoluto no instinto. Você é pão-pão queijo-queijo: tudo ou nada! Acha sempre que vai conseguir ter tudo, mas, aqui entre nós, ou fica lá muito perto ou dá uma monumental barraca.

Tudo bem, pá, quem me mandou a mim escolher a raposa e não querer fazer batota no trivial?...

Via ligado à terra.

Saturday, 3 June 2006

Pois que...

o Pauleta saiu ao intervalo no jogo com o Luxemburgo sem, desta vez, marcar golos a uma equipa a brincar. Tou mesmo a ver que não vai marcar mais nenhum até Agosto.

Cada dia me soam melhor

...«Ive done the math enough to know the dangers of a second guessing
Doomed to crumble unless we grow, and strengthen our communication
Cold silence has a tendency to atrophy any sense of compassion
Between supposed lovers»...


Schism, Tool

Friday, 2 June 2006

É a crise

Pronto, lá fui à feira do livro. Este ano não me cruzei com o Fernando Ribeiro, dos Moonspell, mas trouxe um bocadinho dele. Salvo seja. Cheguei cedinho, algumas barraquinhas ainda se estavam as vestir, mas despachei-me por volta das 17 horas. Este ano só ia com dois fisgados, o resto foi assim um bocado à aventura. Então foi assim:

- Os melhores contos de HP Lovecraft - belíssima edição da Saída de Emergência, com organização do prof. José Lopes e introduções do Fanã Ribeiro.
- O fundador, Ayano Roriz - isto veio-me parar às mãos num pacote leve três pague dois, uma vez que também abichei o
- Quando Nietzsche chorou, Irvin D. Yalom; (e ainda tive direito à revista Bang, de coisas fantásticas. Gostei da editora esta)
- Crónicas, Bob Dylan - Pá, eu também mereço ter isto, não é só oferecer;
- O Historiador, Elizabeth Kostova - mete sangue e dráculas, deve ser baril;
- A Irmandade do Anel e As duas Torres, Jrr Tolkien (teve de ser, cada um a dez euros no pavilhão da fnac, sempre custa menos depois comprar o terceiro)
- O Matador, Patrícia Melo- desta vez não comprei repetido, colecção está completa;
- Herman, Lars Saabye Christensen - sim, já acabei o Beatles, vamos lá a ver este;
- A Trança de Inês, Rosa Lobato de Faria - após sugestão que respeito
- A música do acaso, Paul Auster - vá, mais um
- Bandidos e Mocinhas, Nelson Motta - outra espectacular edição, da editora Palavra, ao estilo Pulp Fiction, dizem eles
- O céu que nos protege, Paul Bowles - este homem tem das vozes mais impressionantes que já ouvi. A ver se aguento a leitura.

Mais, só para o ano.

Thursday, 1 June 2006

Ao menos isto

Ao menos isto para me rir um bom bocado. Nunca o Murtosa-Teixeira-Rodrigues ou lá como se chama teve tanto protagonismo. Obrigada, kid.

...vocês dos Mitsubishis com ailerons vermelhos que se enfiam à papo-secos nas rotundas e que devem ter na garagem um toyota celica branco para sair ao fim de semana, vão todos tratar-se. e tu também, o do volkswagen touareg (bem te vi, Paulo Portas)

Porra, já não basta uma pessoa vir de férias no dia em que começa a época balnear...

Wednesday, 31 May 2006

Valeu a pena



(Tool, Super Bock Super Rock, foto rjloureiro, daqui)


Valeu a pena ter pago mais 30 euros de portagem a vir do algarve;
Valeu a pena a espera de 18 dias (que ansiedade, catano);
Valeu a pena a enxaqueca do dia seguinte;
Valeu a pena ter levado com mosquitos assim que entrámos no belo recinto do SBSR ao lado do trancão;
Valeu a pena ter esperado mais alguns minutos porque o programa da microsoft não deixava os ecrãs arrancarem;
Valeu a pena estar sentada durante os Deftones (e Placebo?) a comer um pão com chouriço para absorver a cerveja;
Valeu a pena ter sido provocada por ele e depois ter provocado outros para irmos;
Valeu a pena a companhia: primeiro quatro, depois seis, depois cinco, vá;
Valeram a pena os Alice in Chains mesmo assim;
Valeu a pena porque ouvi todas as músicas que queria: Stinkfist, Schism, The Pot, Vicarious, Sober e todas as outras, com um som perfeito se fechasse os olhos um bocadinho;

Ah, acabaram-se as férias. Isso é que já não valia muito a pena...

Friday, 26 May 2006

Bem-vindo


mas a camisola agora é outra...

Friday, 12 May 2006

Até ao meu regresso


Apesar do ar rosado e saudável, este blog vai a banhos, tal como eu. Tem de ser. E só regressa em Junho, a tempo de aviar uma granda campeonato do Mundo.

Assim, a minha conversa de chacha só volta dia 1. Enquanto isso, é passar os olhos pelas moradas ali da barra lateral.

Beijos

Faltam 15 dias!*



Tool - Schism
(o primeiro minuto deve ser passado à frente)

* (também tou a contar, Pim)

Sunday, 7 May 2006

Músicas para fazer bebés

O Sócrates parece que quer lixar a malta que não tem filhos, né? eu cá não quero que falte nada a ninguém. Por isso é que, quem puder e quiser começar a pensar nisso, deixo aqui uma lista de cinco (vá seis. Não, sete) músicas para fazer bebés - mas nada daquelas tralhas de lighthouse family, ou não sei quê, só coisas tesas - ideia que surgiu a ouvir o novo dos Pearl Jam. Umas são queridinhas, outras nada disso, mas todas a gritar quarto. Não?

- Parachutes, Pearl Jam (a culpada)

- Vicarious, Tool (segundo o Pim, até dá pra fazer gémeos)
- Innertia Creeps, Massive Attack
- Whole lotta love, Led Zepellin
- tema principal de Missão Impossível (não é piada ao acto, claro)
- Judith, A Perfect Circle (porque tinha mesmo de entrar)

- White Rabbit, Jefferson Airplane

Thursday, 4 May 2006

Série: miúdas giras

Eva Longoria (eu sei, dispensava apresentação)

Murraça brutal

(foto do site oficial, Kevin Leas)

you're such an inspiration for ways that i will never ever choose to be (Judith)

Estava eu na Fnac tentando arranjar maneiras onde gastar dinheiro e sem ter de me esforçar muito - Pearl Jam estava na calha, ainda me ficaram na mão Sigur Ros (sim, pá, vou tentar), Soundgarden (mais uma cassete que sofre um upgrade com o Badmotorfinger), Depeche Mode e A Perfect Circle, quando andava à procura de Tool, que entretanto já toca. Encontrei o Mer de Noms, primeiro álbum dos Circle, a 10 euros. Não ouvia aquelas músicas desde 2000. Ainda na faculdade, ainda numa troca desenfreada de sons com colegas, ainda memórias do Napster e de ouvir o
3 Libras no trabalho às sete da manhã. Agora só toca isto no carro, entre o Judith e o 3 Libras, Tool, brutal, só no trabalho (perante o single, Vicarious, só apetece atirar os pés ao ar). É som brutal, que dá murros no estômago, que dá vontade de rebolar no chão, de sair a correr a dar beijos na boca a quem passa, de partir tudo à volta a sorrir e a gritar.

PS: Vale a pena ir ao site, nem que seja para ouvir a versão do Imagine do Lennon.

Mais tempo

A conselho de um amigo do caraças, comprei o calhamaço que está aqui ao lado, que contém os mil e um discos que eu tenho e vocês têm de ouvir antes de morrer. Uma especie de enciclopédia do bom gosto, com escolhas e críticas de jornalistas, nomeadamente, da Rolling Stone. Notei com um misto de espanto e orgulho que tenho 50 deles (sobretudo anos 90 e 2000) e já ouvi cerca de 70.

Só há uma conclusão possível: não posso morrer já, ainda me falta comprar e ouvir muito disco. Pra cima de 900.

Tuesday, 2 May 2006

Ah pois é!

Já cá cantaaaaaaaaaaaaaaaaaa e toca que se farta;
Assim de repente: World Wide Suicide; Parachutes (linda, Stone!!!); Gone, Come Back e Inside Job (brutal)

Podem vir. rápido.

Sunday, 30 April 2006

Sábado à noite

Dia de trabalho arrumado, voltarei para casa com a sombra do Vento do Zafón, que rodou por dois pares de mãos do meu exclusivíssimo rebanho e a colecção completa de O Padrinho, para ver e rever, extras de 187 minutos e tudo, que eu nestas coisas sou croma e até gosto de saber quantas moscas estavam no estúdio. Até casa oiço em repeat Dancing Shoes, dos Arctic Monkeys, «get on your dancing shoes, you sexy little swine», entretanto também devolvidos à dona. Chegando lá, é luzes no mínimo, amêndoas na mão, um café por ali perto e play.

Wednesday, 26 April 2006