Friday, 24 March 2006

Já está

Na Fnac:
Havia uma caixa a 25 euros (arredondemos) e uma edição digipack a 18, ou assim. Abeirei-me de um funcionário e perguntei:
-Ó faxavor, qual é a diferença entre um e outro?
- Hum...

Abrimos o da caixa e:

-Tem um autocolante...
- Ah, vale mesmo a diferença de preço de sete euros!
- Uma tablatura... ah, e tem mais um cd, com seis músicas.
-Nesse caso...

Pronto, já sabem qual trouxe, não é?

Wednesday, 22 March 2006

A modos que o óbvio

Ele e ele já se insurgiram contra o nome do Rock in Rio, mas deixem-me ir um pouco mais à frente e lembrar-vos que isto aqui onde a gente mora também não é o Rio...
A partir daí , podem chamar Rock ou Pop ou Salsa, que isto é tudo uma treta.

Untitled

Joan Miró, Libélula de alas rojas persiguiendo a una serpiente que se desliza en espiral hacia la estrella cometa.1951. Museo del Prado
O post não tem título, porque perante o deste quadro, não me atrevo a fazer nenhum. Está no Prado e no meu quarto. Salve.

Tuesday, 21 March 2006

Mãezinha...

Cartaz do Super Bock Super Rock

25 de Maio
Within Temptation, Korn e Moonspell

26 de Maio (ó que pena, coincide com o primeiro dia do Rock in Rio)
Tool, Placebo, Deftones, Alice in Chains

7 de Junho (socorroooooooo)
Franz Ferdinand, Keane, dEUS e Editors

8 de Junho (yeah...)
Boss AC, Patrice e Pharrell Williams

Bilhetes a 38, 5o e 80 euros.

Sunday, 19 March 2006

Serei normal?

Quantos de vocês sabem que os Europe são suecos, pá?
Estive ontem num jantar com umas 15 pessoas e ninguem sabia!!
Sou eu que não sou normal?
Digam a verdade!!!


PS: É que houve quem me dissesse que eram alemães, hem? como? ou americanos? porque raio é que uns americanos haveriam de se querer chamar Europe, hein?

Saturday, 18 March 2006

Countdown

Reparei ontem que a música The final Countdown, dos Europe, faz este ano 20 anos.

Sim, é de 1986.

Eu cantava aquilo na terceira classe e uma vez a professora apanhou-me porque toda a gente resolveu calar-se ao mesmo tempo na sala de aula durante o desenho de tema livre.

Eu achava o Joey Tempest - que tem agora 43 anos - o maior e o cabelo mais cool deste mundo, apesar de pensar que aquela musica Carrie era uma grande banhada.

Eu sabia de cor o teledisco, e que a sigla de televisão da suécia é STV e que aquilo tinha foguetes no fim.

Aquilo tem 20 anos.

Eu estou deprimida. Mas passa.

Friday, 17 March 2006

Actores secundários

Agora que o Philipp Seymour Hoffman parece ter passado para o outro lado, ou seja, é bem provável que agora tenha mais papéis principais, eu recordo aqui o meu actor secundário favorito, o senhor Michael Wincott. Já foi o conde de Rochefort frente a Mosqueteiros, o grande mauzão quando o Gerard Depardieu descobre a América ao som do Vangelis, um chato no caminho do Robin dos Bosques, mas também já foi o produtor do Doors. Fez mais uma série de filmes que nem me lembra, sempre de psicopata ou pior, mas o que fica e marca qualquer cena, é o vozeirão do man.
Outro bacano que muito me apraz é o Patrick Warburton: foi namorado da Elaine no Seinfeld (o Puddy) e agora entra numa das séries que vejo no People & Arts, A Promovida, fazendo lá de chefe, ou o que o que é. Nunca se ri, é uma espécie de Bruno Nogueira deles.

Thursday, 16 March 2006

Not a problem

(Mikey, Jerry, Parker)

Não sei há quanto tempo, mas a Sic Radical ressuscitou o Parker Lewis (can't lose).
É claro que a escolha dele para camisas é condenável, mas lembro que isto é de 1990/91. Eu tinha 13 ou 14 anos e também usei, nessa altura, camisa e roupa em geral de gosto duvidoso.
E eu sempre preferi o Mikey, pelo ar rockeiro, e tal. Gravava no sky one, depois as miúdas vinham a minha casa ver.
Sincronize swatches!
Saravá

Receita para o sucesso

É-se um bacano com estilo,
pega-se no «move on up» do Curtis Mayfield e tira-se um sample,
faz-se um teledisco todo bacana a puxar aos 70's
e ainda se dá de borla a Pamela Anderson.
Eis, Kanye West, ou Kanyevel.

O video de Touch the Sky anda por aí à solta.

Wednesday, 15 March 2006

A magia disto a internet

é que a miuda sonha, lança a escada e a obra nasce.
Assim, o maior, the one and only, Asterisco, terá bombar, nas próximas horas, o Superstition, pedido por moi, com direito a explicação e tudo.

Toca a abanar o corpinho!

Tuesday, 14 March 2006

Evidências

Ontem, ao ver no VH1 o top 5 dos vídeos do Stevie Wonder [Superstition é uma das melhores músicas de sempre], concluí que o Stevie tem melhor gosto a escolher óculos escuros que o Elton John.

Agora já acredito

Sabemos que o Inverno já passou quando:

  • A tartaruga Joana já come os camarõezinhos, o que quer dizer que acabou a hibernação;
  • Eu faço um sumo de frutas em vez de um chá

(a Joana, aqui na sua ginástica diária a esticar a carapaça)

Sunday, 12 March 2006

Série: gajos cool

Dr. Spock, from Vulcan

esqueçam, esqueçam, esqueçam

tudo de bom que vos disse acerca dos bilhetes de cinema do Monumental. Sexta feira fui repôr a minha falha e ver o Crash (já lá vamos) e qual não foi o meu espanto quando dou de caras com aqueles talõezinhos ridículos. O que a modos que aplacou a minha ira foi o facto de a moça me ter vendido um bilhete de cartão jovem (4.50) em vez do normal (5.20). Já ajudou a pagar o parque.

Sala quase cheia - afinal eu e o Pim não fomos os únicos a não ver o filme - e vamos lá ao Crash. Eu tenho um problema: quando uma coisa tem demasiada expectativa, acaba por não correr totalmente bem (excepto os Pearl Jam no Restelo, vá). Assim, percebo o Oscar e tudo de bom que se tenha dito e escrito, está bem filmado, bem interpretado - especialmente o Don Cheadle e o Terrence Howard e a Thandie Newton - mas eu acho que já vi aquilo tudo antes, no 21 Gramas, no Magnolia, e no pai deles todos, o Pulp Fiction.

Thursday, 9 March 2006

Descanso, e tal

Malta:
aqui a vossa amiga tirou uns dias de férias, mas andará por aqui, a ver as modas.

Wednesday, 8 March 2006

Liverpool-Benfica, 0-2 (final)

Numa palavra: quem vier, morre.

Liverpool-Benfica, 0-2

Miccoli, baril, grandaaaaaaaaaaaa passe de Beto. Eu não estou em mim.

Liverpool-Benfica, 0-1 (intervalo)

O Simão já fez a parte dele, já pode lá ficar hoje.

Psicologia invertida

Let me take you down, 'cos I'm going to Strawberry Fields
Nothing is real, and nothing to get hungabout
Strawberry Fields forever

Living is easy with eyes closed, misunderstanding all you see
It's getting hard to be someone but it all works out, it doesn't matter much to me
Let me take you down, 'cos I'm going to Strawberry Fields
Nothing is real, and nothing to get hungabout
Strawberry Fields forever

No one I think is in my tree, I mean it must be high or low
That is you can't you know tune in but it's all right, that is I think it's not too bad
Let me take you down, 'cos I'm going to Strawberry Fields
Nothing is real, and nothing to get hungabout
Strawberry Fields forever

Always, no sometimes, think it's me, but you know I know when it's a dream
I think I know I mean a "Yes" but it's all wrong, that is I think I disagree
Let me take you down, 'cos I'm going to Strawberry Fields
Nothing is real, and nothing to get hungabout
Strawberry Fields forever
Strawberry Fields forever
Strawberry Fields forever

in Magical Mistery Tour, The Beatles

Dizem que hoje é dia das fêmeas

por isso hoje fazes tu o jantar e eu levo a sobremesa.

(e nem sequer conversamos sobre este dia, sabias que até as árvores e os animaizinhos e as doenças têm dias?)

Obrigada, miúdo...

foto AP/ Tomohiko Suzui

Vá, pago-te um pacote de batatas fritas.

Tuesday, 7 March 2006

Então vá

Bom genérico, melhor ainda a abertura, onde não podia faltar o Billy Crystal. Jon Stewart na cama com o George Clooney é coisa que só visto. O apresentador continua num belo texto de abertura, gostei particularmente da piada do Dick Cheney ter dado um tiro na Bjork, quando esta estaria a experimentar um vestido de uma ave qualquer.

Excelente o clip sobre as coboiadas machas, que dantes é que era; Assustadora a Dolly Parton, que de tanto botox parece mais nova do que quando tinha 20 anos - de resto, todas as músicas nomeadas eram assustadoras.

Tenho pena por o Joaquin ter perdido o Oscar, bem entregue com o Philip Seymour Hoffman. Ganhou ela, também não é mau. Devia haver um prémio ex-aequo, caramba. Acertei filme, actor, actriz e realizador, só falhei no secundário (sorry, George...)


Boa inovação: agora há música ao longo de todo o discurso de agradecimento, que só sobe de tom quando é para mandar calar a pessoa;
Rachel Weisz, grávida e linda, Jennifer Garner a precisar ainda de uma tonificaçãozinha depois de ter parido em Dezembro. No entanto, segurou-se bem depois de ter tropeçado no vestido. Irrita-me a Keira Nightley.

O Clooney teve o melhor agradecimento, cheio de estilo e incisivo. A Marcha dos Pinguins continua a arrasar, tal como o Wallace e Gromit. Melhor momento foi protagonizado pela Meryl Streep e pela Lilly Tomlin na apresentação do Oscar para o Robert Altman.

Estive na dúvida até ao fim sobre o melhor filme. O Brokeback levou a banda sonora, mas falhou todos os prémios de interpretação; os filmes ganharam os argumentos e depois o Ang Lee a realização. Quando entrou o Jack Nicholson (dois minutos em palco do caraças), ele próprio estava surpreendido com o Crash e o facto de o realizador não ter coincidido com o filme.

Feitas as contas, aquilo foi tudo muito a correr, já não há noitadas como antigamente. Acabou às 4.30, não muito longe da minha habitual hora de deitar. Sem grandes momentos de emoção, mas parece que está encontrado o apresentador. (Só falta mudar os comentadores da TVI)

Monday, 6 March 2006

Sunday, 5 March 2006

Há filmes assim

Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain

Une fille normale prendrait le risque de l'appeller tout de suite. Elle lui donnerait rendez-vous à une terrasse pour lui rendre son album et en quelques minutes, elle saurait si ça vaut le coup de continuer à rêver ou non. Ca s'appelle se confronter à la réalité, mais ça justement, Amélie n'y tient pas du tout!

Saturday, 4 March 2006

Noite estrelada

MoMA, New York, Vincent van Gogh. (1853-1890). The Starry Night. Saint Rémy, June 1889. Oil on canvas, 29 x 36 1/4" (73.7 x 92.1 cm).

Gosto de museus, gosto de quadros. Gosto de estilos, gosto de pinceladas. Os círculos de tinta que vistos de perto parecem não significar nada. Faltou-me o ar quando vi os Girassóis do Van Gogh na National Gallery. E com este há-de ser o mesmo, um dia.

Friday, 3 March 2006

Regresso ao passado

E pronto. Hoje já cá tocaram os Brad, banda paralela de Stone Gossard, guitarrista dos Pearl Jam, que se juntou ao Shawn Smith, dono de um vozeirão, ao Regan Hagar e ao Jeremy Toback para fazer música, mais música. A capa do disco é espectacular, com uma sala estilo Grande Livro da Decoração, anos 70.

Este álbum acompanhou-me, em cassete, em muitas tardes de estudo e outras a jogar Príncipe da Pérsia e Wolfenstein 3D a matar nazis. Aaah, recordar é viver.

Thursday, 2 March 2006

Brokeback mountain

Muitos de vocês, sobretudo a Lisa e Pim, já disseram tudo
sobre um amor que só vive em pleno quando escondido na montanha.
De um amor que, mesmo assim, sobrevive a todas as
dificuldades e até a morte. De um amor que faz com que eu ache que é importante ter quem nos cheire as camisas.
Percebo e admiro a contenção do Ledger, o voluntarismo do Jake. Lindos, os dois.
E encanta-me que, numa semana, tenha conseguido ir três vezes ao cinema, com a qualidade sempre a aumentar - ok, o Munique fica a perder para este e para o Walk the line.

E agora só para o Pim: dos 5 euros mais bem gastos dos últimos tempos.

And the Oscar goes to...

Domingo à noite, pela uma da manhã, entra-nos em casa o Jon Stewart com mais uma edição dos Óscares. Vi dois dos nomeados (Brokeback e Munique) , mais alguns se contarmos com os actores. Mas isto das escolhas também depende das simpatias, por isso posso mesmo escolher alguém de um filme que não tenha visto. Cá ficam as apostas: a azul quem eu gostava que ganhasse, a vermelho quem acho que ganha. (há repetições, há)

Melhor filme:
Brokeback Mountain
Crash
Goodnight, and Good Luck
Munich
Capote

Melhor realizador:
Steven Spielberg - Munich
Ang Lee - Brokeback Mountain
Paul Haggis - Crash
Bennett Miller - Capote
George Clooney - Good Night, and Good Luck


Melhor actor:
Philip Seymour Hoffman - Capote
David Strathairn - Good Night, and Good Luck
Heath Ledger - Brokeback Mountain
Joaquin Phoenix - Walk the Line
Terrence Howard - Hustle and Flow



Melhor actriz:
Dame Judi Dench - Mrs Henderson Presents
Felicity Huffman - Transamerica
Charlize Theron - North Country
Reese Witherspoon - Walk the Line
Keira Knightley - Pride and Prejudice

Melhor actriz secundária:
Rachel Weisz - The Constant Gardener
Michelle Williams - Brokeback Mountain
Frances McDormand - North Country
Amy Adams - Junebug
Catherine Keener - Capote

Melhor actor secundário:
George Clooney - Syriana
Jake Gyllenhaal - Brokeback Mountain
Paul Giamatti - Cinderella Man
Matt Dillon - Crash
William Hurt - A History of Violence

Sunday, 26 February 2006

Piu

A dilecta claque do FC Porto, superdragões, veio a Lisboa com máscaras para proteger da gripe das aves. O que os meninos se esqueceram de dizer foi que também traziam o peru.

Saturday, 25 February 2006

Talão de cinema

Gosto de acumular papéis, de guardar lixo (dizes tu, mami), assumo. Tudo aquilo um dia poderá ter utilidade, até passarem uns anos e ir tudo fora. Duas das coisas que mais gosto são agendas e bilhetes de cinema. As primeiras porque até são giras (aquelas com reproduções de quadros da Taschen, boa?) e de vez em quando é engraçado folheá-las. Os segundos costumam estar guardados dentro delas, colados na semana em que lá fui.

Acontece que dantes os bilhetes de cinema era giros, até vir a Lusomundo e estragar tudo. Esta semana, confesso, fui a duas salas desses senhores, nas Amoreiras e no Oeiras Parque. Nessas salas da pipoca, o ingresso para o escuro não passa de um talão de máquina, impessoal, passageiro. Feio, em suma. Apetece-me dizer «isto não é bilhete nenhum, é só um bocado de papel que diz que eu lhe dei cinco euros - 4.5o às segundas-feiras - para entrar ali». Já nem apetece colar aquilo na agenda. Vejam lá isso.

Vai-se salvando o sítio onde gosto mais de ir, o Monumental, onde os bilhetes, esguios, ainda me dão mais vontade de entrar.

Façam as vossas apostas

Partindo da posta desta menina aqui, secundada por este menino, deixo já aqui o feeling de que a próxima novela da TVI se vai chamar «Cavalos de Corrida», com, sei lá, o Pedro Granger como protagonista.

Ou então outra cançonete dos UHF, tipo «Sou Benfica» ou «Águias de Fogo». Já é tempo de o Benfica ser protagonista de uma novela com guião, em vez de andar sempre aí a improvisar. Temas não faltam.

Série: mulheres lindas

Katharine Hepburn

Friday, 24 February 2006

E eu que fui feita estúpida comprar galochas...

(Foto AP/Antonio Callani)

Quer dizer, parece que é isto que a Daks Fashion propõe para o Outuno/Inverno de 2006/07.
É bom para saltar poças, e tal...

Memória

Bem sei que se diz que o saber não ocupa lugar. Mas estava outro dia a ver um teledisco dos REM e à medida que os músicos apareciam assaltou-me isto: será que o facto de eu saber os nomes dos elementos do grupo não me rouba espaço na memória para saber outras coisas, como fazer contas de cabeça rapidamente, ou os nomes dos ministros todos, ou assim?

Ontem perguntaram-me, na tanga, se eu sabia o nome do vocalista dos Led Zeppelin. Saí da sala em sinal de protesto, mas assaltou-me a mesma dúvida. Não só sei do vocalista como dos outros e o mesmo se aplica a Rolling Stones, Pearl Jam, Nirvana, Strokes, Depeche Mode e por aí fora. Para não falar daqueles em importam os vocalistas/guitarristas.

Se ouvir músicas de há dez anos ainda sei a letra de cor e na segunda audição já não me engano, mnas porque não é assim com outras coisas? Houve uma altura em que ditei para um gravador parte de uma matéria de Geografia, e depois ia ouvindo. Penso que não resultou, talvez por não saber cantar e a coisa perdeu-se, desisti. Deve ter tudo a ver com o prazer de saber, suponho. Ajudem lá.

Thursday, 23 February 2006

Wednesday, 22 February 2006

Spielberg a encarrilhar

E parece que o senhor Steven Spielberg decidiu finalmente fazer um filme que não puxa à lágrima fácil. E fez bem, com o Munich. O atentado durante os Jogos Olímpicos está diluído ao longo da história, o que permite nunca cortar a acção. Saímos de lá sem escolher lados, mas também sem soluções para quem procura pátria.

Só não sei ainda se aquilo das Torres Gémeas tem assim tanta importância, ou se, porra, é só porque nos anos 70 elas estavam lá. Nem me interessa. Muito bem a senhora que faz de Golda Meir, o menino Eric Bana e, claro, o querido Mathieu Kassovitz.

ésse-éle-bê, yesterday

Tão bonito,
tão fácil calar ingleses (embora sem músicas giras),
tanto frio para quê,
para quê o Beto, que deu cabo do olho a um rapaz,
porque é que o Benitez diz que viu o lance em «bídeo» e depois comeu com um golo assim,
porque é que não deu para fazer assim com o Guimarães?

Valeu a pena o compincha que passou o dia a ouvir Beatles para os cansar.

E agora vamos lá Barcelona para esta jornada ser gloriosa!

Tuesday, 21 February 2006

De propósito antes de vir aí o Liverpool...

Uhm, as coisas andam um pouco agitadas em
sua mente...
Acho que você apresenta um pequeno dom para
ser maluco.
Porém, tente ser discreto para não parecer
um babaca.

(babaca?!)

Tirado ao Acordeonista, está aqui

Monday, 20 February 2006

Perfeito

«-what's with the black clothes? looks like you're going to a funeral»

«-maybe i am...»


A música entranha-se, a Reese também. O Joaquin é fantástico, canta bem que se farta e é mais uma cicatriz para a minha colecção. Dei por mim a cantar o Ring of fire e a bater o pé no chão como os condenados da cadeia de Folsom. Tudo isto nas cadeiras de cabedal de uma sala vip das Amoreiras. Cheira-me a óscar, se os cowboys não ficarem com tudo.

Sunday, 19 February 2006

Falha grave

Olha que porra, porque é que não há sessões de cinema às duas da manhã, hem?

Saturday, 18 February 2006

Série: mulheres lindas

Rita Hayworth

Zapping vadio

Estava eu ontem a zappar entre o CSI e o Perdidos e antes da Vingadora, quando parei no meio, na virtude. Fiquei numa das Conversas Vadias, do Agostinho da Silva, na 2:, desta vez com o Miguel Esteves Cardoso. E fiquei maravilhada. Aquilo era mais do que uma conversa, era um despique de mesa de café: de um lado o Miguel a picar, do outro o Agostinho a defender-se. Sempre com classe.

«Como é que o meu amigo sabe que vamos morrer?»
«Sei, disso tenho a certeza», respondia o Miguel. Mas eis que o professor sacava de mais uma resposta rápida: «Aí deve aplicar-se o princípio de Heisenberg, que diz que o futuro é apenas algo de provável, não temos a certeza. Nós só temos a certeza da morte de quem já morreu, não da nossa!»

Falaram depois de cultura, dos alemães, de como o homem do povo é culto também, desde que saiba que há muita coisa que ignora.

«Não temos mais tempo professor»
«Não temos?», perguntou olhando para o lado, «é pena». E sorriu finalmente.

Pois é, é pena.

Thursday, 16 February 2006

Quatro músicas para o meu amigo Pim dar a sopa à Maria Rita

- Won't get fooled again, The Who (melhor grito a rasgar de sempre)
- Help, Beatles
- I will survive, Gloria Gaynor
- The Sound of silence, Simon and Garfunkel (melhor balada de sempre)

Wednesday, 15 February 2006

Série: miúdas giras


Linda Carter, Wonderwoman

Isto é que está a dar!

Um filho totó, uma filha nerd, um bebé que quer dominar o mundo, um cão inteligente, uma mãe ultracompreensiva com um pai pior que todos juntos para aturar. «Family Guy» está à solta na Sic Radical, para quem, como eu, não apanhou tudo na Fox.

Mais uma, mais uma!

- Tenho de adormecer sempre com música ou barulho, o silêncio não me deixa descansar. Ligo a apararelhagem e programo para se desligar daí a uma hora. Repito, se for preciso. Se estiver fora, num hotel, por exemplo, ligo a televisão e, no caso de não haver programador, deixo-a ligada e acordo depois de madrugada para desligar, nem é preciso abrir os olhos.

Porque isto bate todos os dias, por exemplo às duas da manhã com a Simone e o Milton Nascimento

Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço
Venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero

Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar

E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida

Encontros e Despedidas, Milton Nascimento

Saturday, 11 February 2006

Mais hábitos esquisitos

- Leio o jornal de trás para a frente, talvez por ser canhota;

- Tenho de pedir a um homem que me abra as garrafas de rosca, nunca sei para que lado abrem, talvez pela mesma razão supra.

- Acho que a minha letra fica mais bonita quando escrevo com uma Bic preta, a melhor caneta do mundo

- Compro revistas femininas só pelo brinde

- Experimento sapatos de salto alto e não compro nenhuns

- Guardo lixo na porta do carro até começar a cair

- Adormeço sempre na mesma posição: de barriga para baixo e virada para o lado direito; se estiver acompanhada, viro costas rapidamente para me poder babar à vontade.

Friday, 10 February 2006

Pá, que horas são em Kuala Lumpur?

Scolari e a permanência na Selecção Nacional depois da Alemanha: «Tomara que sim»

Porra... tou doidinha que ele vá lá para a Inglaterra levar com os tablóides e lembrar-se de como era bem tratado por cá...

Finalmente

Graças a conselho do i am you, adquiri finalmente o Miseducation of Lauryn Hill (no cdgo.com), oito anos depois de sair. Quem mo mostrou foi a T.

A T. chamava-me por um nome diferente do resto dos colegas, o meu segundo nome, apenas usado em casa e por mais uma ou duas pessoas.

Foi minha colega de faculdade, mas só nos começamos a dar bem, mesmo no terceiro por causa de uma sandes de queijo. Eu tinha uma e começámos a falar, chegando à conclusão que sandes de queijo com marmelada é uma iguaria.

E disse dias depois: «A partir de agora vou chamar-te tal». E ficou. Ela era do hip-hop e do
R & B e passou-me a Lauryn para as mãos. «Esta é que é», postulou. Até hoje tinha-a apenas em cassete, está finalmente reposto o atraso.

Thursday, 9 February 2006

Não, não é só a Sónia Braga*

Ana Beatriz Barros, à solta na net
(* perdoa a concorrência, Marujo)

Wednesday, 8 February 2006

Perdidos

Numa iniciativa, sem dúvida, inédita, a RTP, ao comprar a segunda temporada da série Perdidos, decidiu, antes de a transmitir, passar todos os episódios da primeira temporada, a fim de que o telespectador se possa localizar. Assim, dá ao fim da noite, na RTP 1.

E tem todos os ingredientes de uma boa série. Uma quantidade diferente de pessoas presas numa ilha após um desastre de avião. Cada uma delas traz um mistério, um segredo, que vai sendo revelado lentamente, entre cerca de 50 sobreviventes, que me parece que vão morrendo lentamente. Não esquecer a grávida e os asiáticos esquisitos. Além disso, a ilha está povoada por gente e animais esquisitos. Ontem já apaeceu um urso polar, em plena ilha tropical. A montagem é, também, muito boa.Há, claro, miudos giros e miudas giras, especialmente, aquela Kate que era criminosa e estava algemada.

A ver se papo tudo.

Série: miúdas giras

..

Jennifer Garner e Mia Maestro

Sunday, 5 February 2006

Camaradas, são eles que dizem!




Os seus beijos causam taquicardia, mas da boa. São momentos inesquecíveis e arrebatadores.

Teste roubado a Pim

Pssst, ó, atão, pá? Rambóia?

Friday, 3 February 2006

Alô?

Gosto de anúncios de rádio, gosto. E chamem-me depravada, mas aquele da Vodafone em que um rapaz apaixonado promete à namorada Sofia que ela «vai ao castigo» porque, por artes e magias se vai embora logo após o «aleijar taaaaanto», é brilhante. Quer dizer, foi a mãe dela que atendeu, mas espero que tenha dado o recado. Uiuiuiu.

Nota: «aleijas-me tanto» é do melhor que já ouvi.

Thursday, 2 February 2006

ólwais uatxe gud muves

Alguém me explica como é que aquele jornalista da SIC, o Mário Augusto, consegue entrevistar tudo o que se mexe em Hollywood sem saber falar inglês??

Ex.
«How it was for you to work with steven spileberg?» Hã?

Hábitos (pouco) estranhos

Ora bem, o Pim e a Alex desafiaram-me, tenho de aceitar.
(In) felizmente revejo-me em duas do Pim... Cá vai:

- Pastilhas elásticas. Tenho de ter todos os dias, sobretudo depois de comer. Chiclets Ice de canela, de preferência.

- Só ponho gasolina quando estou no fim da reserva, o que me obrigada a conduzir muitas vezes com os olhos pregados no conta-quilómetros e na luzinha do depósito.

- Não consigo deitar-me antes da meia-noite. Agora, com este horário, a essa hora ainda nem estou em casa, mas se estiver não vou. Três da manhã é uma média porreira. Se tiver que me levantar cedo para viajar, nem durmo, de tão excitada e com medo de não acordar.

- Passar meia-hora no banho. Água bem quente, sem nunca desligar, dá para champô, amaciador, e uma depilação ou outra. Até sair com os dedos bem engelhados e a casa-de-banho cheia de nevoeiro.

- Não leio Saramago na casa de banho. Outros Nobel já terão por lá passado, mas o nosso desconcentra-me e distrai-me da função primordial que me levou à sanita, onde fico até ficar com a perna esquerda dormente. Uma vez caí ao levantar-me, porque não sentia a perna.

Mais um:
- Gosto de passar um dia inteiro de pijama e robe, o que acontece, normalmente, no primeiro dia de folga.

Não nomeio vítimas, quem quiser que avance e confesse.

Série: gajos cool

Richard Ashcroft

Wednesday, 1 February 2006

Tuesday, 31 January 2006

Adivinha parola

Não durmo sozinha, afinal.
Dorme comigo na cama, debaixo da almofada, um aparelhinho muito útil.
É tão resistente que não lhe mudo as pilhas há anos, nunca mudei.
É prático e deve ter sido inventado por homens preguiçosos.
Porém, nos últimos tempos, tem falhado, o que me obriga a substituir a função que ele deveria ter e resolver a coisa à mão.

O que é, o que é?

Resposta: Estiveram perto. É o valoroso comando da minha aparelhagem Grundig M15, que tenho há dez anos. O leitor de cd não funciona, os deck's de cassetes também não, mas o rádio, graças ao equalizador de pop/disco/jazz/, ainda toca que é uma beleza. Obrigada por terem mandado tantos postais.

Epá tá bem, perdemos...

...mas felizmente não temos um guarda-redes com esta estampa capilar...

(foto Rui Raimundo, ASF)

Dia 5 de Março logo se vê

Pronto, as escolhas deles estão feitas. Ainda não posso dizer muito, basta reparar que dos filmes nomeados ainda nenhum estreou [mea culpa em adenda: excepto o Crash/Colisão, que me passou ao lado porque não vi]. Nota-se o George Clooney por todo o lado, o que só lhe fica bem e a presença única do Match Point no argumento, uma espécie de compensação. Gosto de ver o Philip Seymour Hoffman, o Joaquin Phoenix e a Rachel Weisz, a Catherine Keener. Agora só me falta ir ver o Brokeback Mountain e perceber porque é que o Ledger é principal e o Jake é secundário.


Melhor filme:
Brokeback Mountain
Crash
Goodnight, and Good Luck
Munich
Capote

Melhor realizador:
Steven Spielberg - Munich
Ang Lee - Brokeback Mountain
Paul Haggis - Crash
Bennett Miller - Capote
George Clooney - Good Night, and Good Luck

Melhor actor:
Philip Seymour Hoffman - Capote
David Strathairn - Good Night, and Good Luck
Heath Ledger - Brokeback Mountain
Joaquin Phoenix - Walk the Line
Terrence Howard - Hustle and Flow

Melhor actriz:
Dame Judi Dench - Mrs Henderson Presents
Felicity Huffman - Transamerica
Charlize Theron - North Country
Reese Witherspoon - Walk the Line
Keira Knightley - Pride and Prejudice

Melhor actriz secundária:
Rachel Weisz - The Constant Gardener
Michelle Williams - Brokeback Mountain
Frances McDormand - North Country
Amy Adams - Junebug
Catherine Keener - Capote

Melhor actor secundário:
George Clooney - Syriana
Jake Gyllenhaal - Brokeback Mountain
Paul Giamatti - Cinderella Man
Matt Dillon - Crash
William Hurt - A History of Violence

Melhor argumento adaptado:
Brokeback Mountain
Capote
The Constant Gardener
A History of Violence
Munich

Melhor argumento original:
Crash
Good Night, and Good Luck
Match Point
The Squid and the Whale
Syriana

Friday, 27 January 2006

Notas soltas

Eu sentia que este rapaz, o Carlos Ruiz Zafón, da Sombra do Vento, era um baril. Pois se até mete ensaimadas! Ora vejamos:

(p165):
«Fermin deixou os bolos em cima da mesa e ofereceu-me uma ensaimada acabada de fazer. Declinei a oferta, não seria capaz de engolir nem uma aspirina».

É bom de ver que o rapaz não comeu porque passou por um mau bocado, se não seria impossível resistir.
Mas há mais, sobretudo conselhos sobre relações:

sobre a coscuvilhice (p.111):
«As pessoas para abrir o bico estão sempre prontas. O homem não vem do macaco, vem da galinha»

sobre as mulheres (p.117):
«Recordo-lhe que está a falar com um profissional da sedução e isso do beijo é para amadores e diletantes de pantufa. A mulher de verdade conquista-se pouco a pouco. É tudo uma questão de psicologia, como uma faena na praça. (...) O que acontece é que o homem aquece como uma lâmpada: ao rubro num ápice e frio outra vez num ai. A fêmea, porém, aquece como um ferro de engomar, está a perceber? Pouco a pouco, a fogo quente, mas quando aquece não há quem pare aquilo.
(...)
«Sou pragmático. A poesia mente, embora em bonito, e o que eu digo é mais verdade que pão com tomate. Já lá dizia um mestre: mostre-me um don Juan e eu mostro-lhe um mariconço disfarçado»
(p119): «Eu de miudas sei uma coisas. Digo isto porque, se um dia tiver qualquer consulta técnica a fazer, já sabe. Com toda a confiança, que eu para isso sou como um médico. Sem parvoeiras».

sobre uma velhota: (p138):
«As vizinhas têm-na dopada à base de baldes de brandy e quando a vi tinha caído inerme em torpor no sofá, onde ressonava como um varrasco e expelia umas bufas que perfuravam a tapeçaria».

Thursday, 26 January 2006

É já a seguir!


(Memórias de uma gueixa)

A minha querida Little Arsonist já tem falado deste filme, Memórias de uma gueixa. Ainda não li o livro, mas só hoje me deu verdadeiramente a pancada. Naquela foto ali em cima estão duas das meninas mais lindas que aí andam, ambas protagonistas de Tigre e o Dragão: Michelle Yeoh e Zhang Ziyi, além da Gong Li. A ver, rapidinho.

Tuesday, 24 January 2006

Coisas que odeio

-Manteiga magra que amolece a torrada;
-Fruta muito madura;
- Leitão (o molho sim);
- Bolachas digestivas;
- Programação de TV cheia de erros;
- Os dez minutos de trailas antes de começar um filme e publicidade em geral no cinema;

Game, Set, Match II

Lembro-me de ir ao cinema com os meus pais. De ver filmes em estrangeiro e talvez seja por isso que quando fui para a escola preparatória, dez aninhos acabados de fazer, já sabia falar inglês. O Dias da Rádio, do Woody Allen, é dos que melhor me lembro. Tão delicado, tão divertido.

Mas entremos então no Match Point. Cumprindo a tradição, fui com a minha mãe. O Cine-Teatro do Monumental estava cheio, sobretudo de malta nova, tanto com curiosidade de ver mais um Allen, como para ver o desempenho da Scarlett, maravilhosa a rebolar no trigo quando está a chover. Eu só sabia que ela e o personagem do Rhys-Meyers tinham um caso e que ela era comprometida. Mais nada.

O filme começa e o primeiro plano é logo brilhante: uma bola que bate numa rede e fica suspensa do ar: não sabemos se cairá para o lado de lá, ou de cá, depende da sorte. E todos os acontecimentos do filme rodam à volta da sorte e do azar.

O protagonista vem de um meio pobre e cultiva-se, ouvido ópera e lendo clássicos. Curiosamente, lê o Crime e Castigo. A ascensão será rápida impressionante, mas sem esquemas por aí além. Quem leu, sabe que a história roda à volta de um homem, Raskolnikov, que comete um crime e depois vive atormentado por isso. Aqui, pensamos que vai ser assim também, mas a culpa é ultrapassável o castigo depende, mais uma vez, do azar ou da sorte.

Talvez por ser dia de estreia ou a malta fosse predisposta a rir-se, como é costume nos filmes do Allen, as reacções foram sendo bastante sonoras. Quando um casal visita uma casa e uma das paredes é toda de vidro com vista para o Tamisa, sente-se no ar um «que inveja, quem me dera!» Mais reacções de surpresa e admiração vão seguir-se ao longo do desenrolar da história. O climax surge no momento em que o protagonista leva a cabo a decisão que tomou para se livrar de um embróglio, ao som de uma intensa área de ópera. (É aqui o Otelo, Marujo?)

Às tantas até dá para esquecer que este filme é do Woody Allen. A única lembrança do estilo dos filmes de Nova Iorque é a referência a um casal que se juntou devido a ter «neuroses compatíveis», depois de se ter conhecido num acidente de trânsito.

No final, senti que a sala estava contente. Eu repetia para mim baixinho «tão bom, tão bom, que dez euros tão bem gastos» e só me apeteceu bater palmas, como se faz quando somos novos e um avião aterra em segurança. Pode ter havido quem tenha tido a mesma vontade, mas toda a gente se aguentou.

Agora vão ver, vá.

Eleições II

Liguei no domingo às 5 da tarde à minha avó.

-O teu avô foi agora lá abaixo votar.Eu não fui, é a primeira vez que não vou, mas está muito frio e agora é muito longe.

A modos que mandei vir com ela:

- Então, avó? Não vais? Mas é importante a gente votar por causa do Cavaco! Mas pronto, se o avô foi já não é mau.

- Ai, não me digas isso. Ainda vou lá a tempo!

- Pronto, deixa lá, ainda te constipas.

Desligámos. Liguei hoje outra vez.

- Então, avó?

- Olha, ainda fui votar! Disseste aquilo, vesti-me e ainda fui lá! Pronto, não valeu, mas fui...

É linda de morrer, esta minha avó. E assim encerro a questão presidenciais.

Monday, 23 January 2006

Caramba, melhor que a Maya!


O seu lema é o de nunca perder a sua pose sempre muito cool. Gosta de impor respeito naqueles que o rodeiam e é capaz daqueles olhares que congelam (no bom ou no mau sentido) o seu alvo. De espírito prático mas por vezes demasiado durão.
(visto no Dias Úteis, do Pedro Ribeiro, mas a música por acaso chama-se Take on me)

Aviso legal

É só para recordar que as bolas de gelado do Ben & Jerry's são muito grandes: também, a 2.30 euros cada uma, mais vale.
Assim, quem não é de comer muito, fica bem com uma, no máximo duas bolas. Três já será um esforço hercúleo.

Desculpa lá não ter avisado, mãe...:-)

Sunday, 22 January 2006

Eleições

Espero que perante isto — 50, 5 por cento —, quem ache que o seu voto não faria a mínima diferença, pense melhor para a próxima.

I have a dream (parte sei lá qual)

O meu sonho é ter quem me afague a lâmpada. E afagar de volta.

Tá certo!

You Are In a Crunch Ice Cream

The perfect combo: a completely nuts person who likes to be touched

Número uno?

The Usual Suspects, 1995

New York Super Fudge Chunk

Além do nome, o gelado é mesmo bom. Arranjei companhia do caraças para ir experimentar o dito cujo em pleno Inverno e esperar por boas notícias mais logo. Mais sabores aqui, por exemplo, mas eu já escolhi testar todos pela ordem em que estão no quadro.
Próximos: phish food e cherry garcia.

Saturday, 21 January 2006

Série: mulheres lindas

Lauren Bacall

TM

Quem inventou isto dos ovários e da retenção de líquidos nos primeiros dias do período devia ir de cana. Hoje nem consigo apertar o último botão das calças de tão inchada. Ando enpinada e com as mãos nas costas. Uma nódoa, sofro de Tensão Menstrual, qual pré, qual quê. Não dava para inventar outra maneira de libertar os óvulos não utilizados? Uma maneira mais limpinha e indolor? Rio-me quando me dizem que o nosso organismo é perfeito.

Depois há ainda as enxaquecas. Duas vezes por mês cá me esperam, no espaço de uma semana. Não estando associada à sinusite, já me habituei a pensar que isto não tem cura. Fui a neurologistas, fiz TACS, homeopatas, tomei bolinhas de sanguinária. Já fui à acunpunctura. Foi lá que me disse, com grande lamento, a assistente da minha médica:
- Ai filha, isso a mim só me passou com a menopausa.
Se eu seguir nisto a minha mãe como em tudo, já só me faltam 30 anos.

Deviam ir de cana, estes gajos que inventaram isto...
Só para avisar que terça-feira vou escrever sobre o Match Point, hã? Quem não quiser saber não venha cá!

Thursday, 19 January 2006

Game, set, match


Acabo de chegar a casa depois de ver o Match Point, de Woody Allen.
Superou em muito as minhas expectativas e tenho algumas coisas para dizer.
Mas faço já o compromisso de nada contar até que vocês vão ver. CORRAM!!

Apenas duas notas:
- a banda sonora - Caruso em vez de jazz.
- a cicatriz linda do Jonathan Rhys Meyers por cima do olho esquerdo.

PS: Optei por não contar, porque acho que para este filme se deve ir completamente em branco, sem saber nem ler nada. Eu fui assim e adorei, tal como toda a sala, segundo me pareceu.

Wednesday, 18 January 2006

Prova superada!

To drink my weight, I would have to chug 163 bottles of beer!

Powered by the mighty Rum and Monkey.


É seguro dizer que a prova já foi superada!

Série única: gajas feias

a feia é a da esquerda, claro
Em homenagem à série Alien, em exibição esta semana na sic)

Série: miúdas giras


Pucca