Tuesday, 31 January 2006

Adivinha parola

Não durmo sozinha, afinal.
Dorme comigo na cama, debaixo da almofada, um aparelhinho muito útil.
É tão resistente que não lhe mudo as pilhas há anos, nunca mudei.
É prático e deve ter sido inventado por homens preguiçosos.
Porém, nos últimos tempos, tem falhado, o que me obriga a substituir a função que ele deveria ter e resolver a coisa à mão.

O que é, o que é?

Resposta: Estiveram perto. É o valoroso comando da minha aparelhagem Grundig M15, que tenho há dez anos. O leitor de cd não funciona, os deck's de cassetes também não, mas o rádio, graças ao equalizador de pop/disco/jazz/, ainda toca que é uma beleza. Obrigada por terem mandado tantos postais.

Epá tá bem, perdemos...

...mas felizmente não temos um guarda-redes com esta estampa capilar...

(foto Rui Raimundo, ASF)

Dia 5 de Março logo se vê

Pronto, as escolhas deles estão feitas. Ainda não posso dizer muito, basta reparar que dos filmes nomeados ainda nenhum estreou [mea culpa em adenda: excepto o Crash/Colisão, que me passou ao lado porque não vi]. Nota-se o George Clooney por todo o lado, o que só lhe fica bem e a presença única do Match Point no argumento, uma espécie de compensação. Gosto de ver o Philip Seymour Hoffman, o Joaquin Phoenix e a Rachel Weisz, a Catherine Keener. Agora só me falta ir ver o Brokeback Mountain e perceber porque é que o Ledger é principal e o Jake é secundário.


Melhor filme:
Brokeback Mountain
Crash
Goodnight, and Good Luck
Munich
Capote

Melhor realizador:
Steven Spielberg - Munich
Ang Lee - Brokeback Mountain
Paul Haggis - Crash
Bennett Miller - Capote
George Clooney - Good Night, and Good Luck

Melhor actor:
Philip Seymour Hoffman - Capote
David Strathairn - Good Night, and Good Luck
Heath Ledger - Brokeback Mountain
Joaquin Phoenix - Walk the Line
Terrence Howard - Hustle and Flow

Melhor actriz:
Dame Judi Dench - Mrs Henderson Presents
Felicity Huffman - Transamerica
Charlize Theron - North Country
Reese Witherspoon - Walk the Line
Keira Knightley - Pride and Prejudice

Melhor actriz secundária:
Rachel Weisz - The Constant Gardener
Michelle Williams - Brokeback Mountain
Frances McDormand - North Country
Amy Adams - Junebug
Catherine Keener - Capote

Melhor actor secundário:
George Clooney - Syriana
Jake Gyllenhaal - Brokeback Mountain
Paul Giamatti - Cinderella Man
Matt Dillon - Crash
William Hurt - A History of Violence

Melhor argumento adaptado:
Brokeback Mountain
Capote
The Constant Gardener
A History of Violence
Munich

Melhor argumento original:
Crash
Good Night, and Good Luck
Match Point
The Squid and the Whale
Syriana

Monday, 30 January 2006

Friday, 27 January 2006

Notas soltas

Eu sentia que este rapaz, o Carlos Ruiz Zafón, da Sombra do Vento, era um baril. Pois se até mete ensaimadas! Ora vejamos:

(p165):
«Fermin deixou os bolos em cima da mesa e ofereceu-me uma ensaimada acabada de fazer. Declinei a oferta, não seria capaz de engolir nem uma aspirina».

É bom de ver que o rapaz não comeu porque passou por um mau bocado, se não seria impossível resistir.
Mas há mais, sobretudo conselhos sobre relações:

sobre a coscuvilhice (p.111):
«As pessoas para abrir o bico estão sempre prontas. O homem não vem do macaco, vem da galinha»

sobre as mulheres (p.117):
«Recordo-lhe que está a falar com um profissional da sedução e isso do beijo é para amadores e diletantes de pantufa. A mulher de verdade conquista-se pouco a pouco. É tudo uma questão de psicologia, como uma faena na praça. (...) O que acontece é que o homem aquece como uma lâmpada: ao rubro num ápice e frio outra vez num ai. A fêmea, porém, aquece como um ferro de engomar, está a perceber? Pouco a pouco, a fogo quente, mas quando aquece não há quem pare aquilo.
(...)
«Sou pragmático. A poesia mente, embora em bonito, e o que eu digo é mais verdade que pão com tomate. Já lá dizia um mestre: mostre-me um don Juan e eu mostro-lhe um mariconço disfarçado»
(p119): «Eu de miudas sei uma coisas. Digo isto porque, se um dia tiver qualquer consulta técnica a fazer, já sabe. Com toda a confiança, que eu para isso sou como um médico. Sem parvoeiras».

sobre uma velhota: (p138):
«As vizinhas têm-na dopada à base de baldes de brandy e quando a vi tinha caído inerme em torpor no sofá, onde ressonava como um varrasco e expelia umas bufas que perfuravam a tapeçaria».

Thursday, 26 January 2006

É já a seguir!


(Memórias de uma gueixa)

A minha querida Little Arsonist já tem falado deste filme, Memórias de uma gueixa. Ainda não li o livro, mas só hoje me deu verdadeiramente a pancada. Naquela foto ali em cima estão duas das meninas mais lindas que aí andam, ambas protagonistas de Tigre e o Dragão: Michelle Yeoh e Zhang Ziyi, além da Gong Li. A ver, rapidinho.

Tuesday, 24 January 2006

Coisas que odeio

-Manteiga magra que amolece a torrada;
-Fruta muito madura;
- Leitão (o molho sim);
- Bolachas digestivas;
- Programação de TV cheia de erros;
- Os dez minutos de trailas antes de começar um filme e publicidade em geral no cinema;

Game, Set, Match II

Lembro-me de ir ao cinema com os meus pais. De ver filmes em estrangeiro e talvez seja por isso que quando fui para a escola preparatória, dez aninhos acabados de fazer, já sabia falar inglês. O Dias da Rádio, do Woody Allen, é dos que melhor me lembro. Tão delicado, tão divertido.

Mas entremos então no Match Point. Cumprindo a tradição, fui com a minha mãe. O Cine-Teatro do Monumental estava cheio, sobretudo de malta nova, tanto com curiosidade de ver mais um Allen, como para ver o desempenho da Scarlett, maravilhosa a rebolar no trigo quando está a chover. Eu só sabia que ela e o personagem do Rhys-Meyers tinham um caso e que ela era comprometida. Mais nada.

O filme começa e o primeiro plano é logo brilhante: uma bola que bate numa rede e fica suspensa do ar: não sabemos se cairá para o lado de lá, ou de cá, depende da sorte. E todos os acontecimentos do filme rodam à volta da sorte e do azar.

O protagonista vem de um meio pobre e cultiva-se, ouvido ópera e lendo clássicos. Curiosamente, lê o Crime e Castigo. A ascensão será rápida impressionante, mas sem esquemas por aí além. Quem leu, sabe que a história roda à volta de um homem, Raskolnikov, que comete um crime e depois vive atormentado por isso. Aqui, pensamos que vai ser assim também, mas a culpa é ultrapassável o castigo depende, mais uma vez, do azar ou da sorte.

Talvez por ser dia de estreia ou a malta fosse predisposta a rir-se, como é costume nos filmes do Allen, as reacções foram sendo bastante sonoras. Quando um casal visita uma casa e uma das paredes é toda de vidro com vista para o Tamisa, sente-se no ar um «que inveja, quem me dera!» Mais reacções de surpresa e admiração vão seguir-se ao longo do desenrolar da história. O climax surge no momento em que o protagonista leva a cabo a decisão que tomou para se livrar de um embróglio, ao som de uma intensa área de ópera. (É aqui o Otelo, Marujo?)

Às tantas até dá para esquecer que este filme é do Woody Allen. A única lembrança do estilo dos filmes de Nova Iorque é a referência a um casal que se juntou devido a ter «neuroses compatíveis», depois de se ter conhecido num acidente de trânsito.

No final, senti que a sala estava contente. Eu repetia para mim baixinho «tão bom, tão bom, que dez euros tão bem gastos» e só me apeteceu bater palmas, como se faz quando somos novos e um avião aterra em segurança. Pode ter havido quem tenha tido a mesma vontade, mas toda a gente se aguentou.

Agora vão ver, vá.

Eleições II

Liguei no domingo às 5 da tarde à minha avó.

-O teu avô foi agora lá abaixo votar.Eu não fui, é a primeira vez que não vou, mas está muito frio e agora é muito longe.

A modos que mandei vir com ela:

- Então, avó? Não vais? Mas é importante a gente votar por causa do Cavaco! Mas pronto, se o avô foi já não é mau.

- Ai, não me digas isso. Ainda vou lá a tempo!

- Pronto, deixa lá, ainda te constipas.

Desligámos. Liguei hoje outra vez.

- Então, avó?

- Olha, ainda fui votar! Disseste aquilo, vesti-me e ainda fui lá! Pronto, não valeu, mas fui...

É linda de morrer, esta minha avó. E assim encerro a questão presidenciais.

Monday, 23 January 2006

Caramba, melhor que a Maya!


O seu lema é o de nunca perder a sua pose sempre muito cool. Gosta de impor respeito naqueles que o rodeiam e é capaz daqueles olhares que congelam (no bom ou no mau sentido) o seu alvo. De espírito prático mas por vezes demasiado durão.
(visto no Dias Úteis, do Pedro Ribeiro, mas a música por acaso chama-se Take on me)

Aviso legal

É só para recordar que as bolas de gelado do Ben & Jerry's são muito grandes: também, a 2.30 euros cada uma, mais vale.
Assim, quem não é de comer muito, fica bem com uma, no máximo duas bolas. Três já será um esforço hercúleo.

Desculpa lá não ter avisado, mãe...:-)

Sunday, 22 January 2006

Eleições

Espero que perante isto — 50, 5 por cento —, quem ache que o seu voto não faria a mínima diferença, pense melhor para a próxima.

I have a dream (parte sei lá qual)

O meu sonho é ter quem me afague a lâmpada. E afagar de volta.

Tá certo!

You Are In a Crunch Ice Cream

The perfect combo: a completely nuts person who likes to be touched

Número uno?

The Usual Suspects, 1995

New York Super Fudge Chunk

Além do nome, o gelado é mesmo bom. Arranjei companhia do caraças para ir experimentar o dito cujo em pleno Inverno e esperar por boas notícias mais logo. Mais sabores aqui, por exemplo, mas eu já escolhi testar todos pela ordem em que estão no quadro.
Próximos: phish food e cherry garcia.

Saturday, 21 January 2006

Série: mulheres lindas

Lauren Bacall

TM

Quem inventou isto dos ovários e da retenção de líquidos nos primeiros dias do período devia ir de cana. Hoje nem consigo apertar o último botão das calças de tão inchada. Ando enpinada e com as mãos nas costas. Uma nódoa, sofro de Tensão Menstrual, qual pré, qual quê. Não dava para inventar outra maneira de libertar os óvulos não utilizados? Uma maneira mais limpinha e indolor? Rio-me quando me dizem que o nosso organismo é perfeito.

Depois há ainda as enxaquecas. Duas vezes por mês cá me esperam, no espaço de uma semana. Não estando associada à sinusite, já me habituei a pensar que isto não tem cura. Fui a neurologistas, fiz TACS, homeopatas, tomei bolinhas de sanguinária. Já fui à acunpunctura. Foi lá que me disse, com grande lamento, a assistente da minha médica:
- Ai filha, isso a mim só me passou com a menopausa.
Se eu seguir nisto a minha mãe como em tudo, já só me faltam 30 anos.

Deviam ir de cana, estes gajos que inventaram isto...
Só para avisar que terça-feira vou escrever sobre o Match Point, hã? Quem não quiser saber não venha cá!

Thursday, 19 January 2006

Game, set, match


Acabo de chegar a casa depois de ver o Match Point, de Woody Allen.
Superou em muito as minhas expectativas e tenho algumas coisas para dizer.
Mas faço já o compromisso de nada contar até que vocês vão ver. CORRAM!!

Apenas duas notas:
- a banda sonora - Caruso em vez de jazz.
- a cicatriz linda do Jonathan Rhys Meyers por cima do olho esquerdo.

PS: Optei por não contar, porque acho que para este filme se deve ir completamente em branco, sem saber nem ler nada. Eu fui assim e adorei, tal como toda a sala, segundo me pareceu.

Wednesday, 18 January 2006

Prova superada!

To drink my weight, I would have to chug 163 bottles of beer!

Powered by the mighty Rum and Monkey.


É seguro dizer que a prova já foi superada!

Série única: gajas feias

a feia é a da esquerda, claro
Em homenagem à série Alien, em exibição esta semana na sic)

Série: miúdas giras


Pucca

Tuesday, 17 January 2006

Ando a investir o meu tempinho nisto...



Aragorn, Aragorn...

PS: Passo a explicar. A vossa amiga, como referiu ali abaixo, comprou a trilogia do Senhor dos Anéis e encontra-se em modo nerd. Eu gosto daquilo, pá, gosto. Acontece que os filmes vêm com cenas extra, o que obriga cada a um estar dividido em dois cds. Vai daí, não contentes, tem horas e horas de extras. Ou seja: cada caixa traz quatro cds, o que faz um total de 12. Neste momento vou no quarto cd da Irmandade do Anel. Ufa!

Monday, 16 January 2006

As 100 melhores cenas do cinema

Gosto disto, de listas e compilações. A just me sacou uma lista das cem melhores cenas de cinema de acordo com o Guardian, aqui. Parecem-me bem. O número 1 é do Usual Suspects, um dos meus filmes preferidos, daqueles que acabei de ver e pensei: afinal este filme não existiu.

Está lá a cena do duche do Psycho, logo em segundo; Está o ataque à praia ao som das «Valquírias» do Apocalypse Now, que power; está o Casablanca; está o Serenata à Chuva à chuva, está Os Pássaros, quando os corvos se reunem atrás da Tippi Hedren; Está a morte do Willem Dafoe no Platoon; está o Alien, o Seven e uma série de outras maravilhas.

Mas porque é que a Meg Ryan no café a fingir um orgasmo vem só no lugar 48? E o agora adulto Salvatore sozinho numa sala a ver uma montagem de beijos no Cinema Paraíso apenas em 80º?

Bem sei que isto das listas toca à vontade de cada um, mas eu também gosto de pensar que faria diferente.

Será?



Um desvio pelo Carrefour de Oeiras permitiu-me meter no cesto de compras A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón, a par de cremes de Camembert e Rotolinis de queijo. É daqueles livros sobre livros, ao estilo do meu querido Arturo Pérez-Reverte, em que um simples volume muda a vida de alguém.


E acontece que é daqueles que não apetece deixar de ler. Porque, parece que, mesmo que feche o livro, a acção vai continuar a decorrer e eu não estou lá para ver, vou perder o que vai acontecer ao herói. E isso eu não quero. Ai, nunca mais é logo à noite!

Saturday, 14 January 2006

Série: mulheres lindas

Grace Kelly

Tenho em mim o desejo de tudo

-E quero isto, e isto, e hei-de comprar, isto, e aquilo...

Exclama a minha mãe: Mas quando é que tu percebes que não podes querer ter tudo?

Só me ocorre perguntar:

-Mas porquê?

Raízes ao alto

Na quarta-feira passei duas horas no cabeleireiro, um novo recorde para mim. Cheguei lá às nove da manhã, tinha marcado um levantamento de raízes, nome pomposo para uma micro-suave-permanente, parece-me.
Aguentei prai uma hora assim,


com delícias do mar na cabeça. A Natasha, simpática, colocou-me numa cadeira escondida da porta, as senhoras não costumam gostar de estar nesta figura com toda a gente a ver. Enfim, já perto das onze, passámos apenas mousse no cabelo, secou-mo com a cabeça virada para baixo e no final deixei-lhe 63 euros. Nada mau.

Mamilos

Os episódios de O Sexo e a Cidade são sempre bom manancial para discussões fúteis. Ora outro dia deparei-me com um em que a Samantha mostrava às amigas mamilos falsos. Isso, mamilos de borracha, sempre erectos, sempre a dizer estou aqui, e «não graças ao frio».

Numa festa, a Miranda foi a cobaia. Colcou-os dentro do vestido e passeou-se pela sala, mostrando belos mamilos a apontar para cima por baixo do vestido preto. Resultou. Os homens viraram-se para trás olhando para ela. Ou melhor, para elas. Mas isto é na série.

Eu uso há algum tempo daqueles soutiens com uma leve almofada, que me protege das correntes de ar frio, além de darem um conforto melhorzinho. Mas pronto. E na vida real? Como é rapaziada? Numa escala de um a dez - em que o um pode ser a mera erecção involuntária e o dez uma verdadeira comoção cerebral -, que importância tem para vocês mamilos bem visíveis por baixo da roupa?

PS chamativo: Mas isso atrai-vos porquê?

Rebajas e realtas

Vamos lá directo ao assunto: manhã no Cascaishopping.

Fnac:
Jimmy Hendrix, Purple Haze, 3.95 €
Kings of Convenience, Quiet is the new loud, 8.95
Mesa, Mesa, 8.95
The Strokes, First Impressions of earth, 17,95
Trilogia O Senhor dos Anéis, edição revista e muito aumentada, 44,95

Oysho:
Carteiras, carteirinhas, gloss e sombra cor de rosa, 20,40

Springfield:
Mala beige, 19.92

Womens Secret:
Soutien e camisa-de-noite-que-também-dá-para-vestido, 26

Ah, e um encontrão do Luís Represas, que estaciona com recurso ao Mr. Parking.

Agora façam vocês as contas, que a mim dói-me a carteira.

Tuesday, 10 January 2006

Onde é que eles estão, onde?

Numa rápida sondagem ali no café (sim, se a TSF pode ter uma sondagem por dia, eu também posso), constatei que ninguém vai votar Cavaco. Não conheço pessoalmente ninguém que vá votar Cavaco no dia 22.

Sendo assim, onde é que estão os 60 por cento apontados pelas sondagens? Estão escondidos, têm medo? Mas se são tantos, não assumem porquê? Onde é que estão?!...

Correcção

A exposição da Frida Kahlo no CCB sofreu uma ligeira alteração de datas: é de 23 de Fevereiro a 21 de Maio. Obrigada à Rita.

Saturday, 7 January 2006

Conta corrente

2006:


Cinema: O Fiel Jardineiro.
Lindo, lindo. O Ralph está excelente, ela também, com aquele look de quem não tem maquilhagem mas está bem na mesma. Mais uma vez, pequeno grande papel no enorme Pete Postlewaite. O final é como eu gosto, muito pouco Hollywood.

Música: Ainda em branco, na calha os Strokes e os Franz Ferndinand, é só conseguir entrar numa fnac perto de mim.

Livros: Metade do Intermitências da Morte, do Saramago. É para chegar ao fim.

Wednesday, 4 January 2006

Frida?

......

Exposição de Frida Kahlo, de 17 de Fevereiro a 14 de Maio no CCB.
Quem se chega à frente para ir comigo?


Tuesday, 3 January 2006

Monday, 2 January 2006

E por falar em atrasados mentais...

Lá nos calhou um, o Marco Ferreira (já todos conhecem, não é preciso foto, pois não?).

Entretanto o Presidente foi ao Brasil para ir buscar o Ronaldinho Gaúcho...
não, espera, foi o Robinho...
também não, foi o Maradona...
catano, afinal foi o Moretto.

À chegada, houve um estalo num gordo que é de Mirandela. Lamentável. Mas a chapada terá sido mais bem aplicada do que qualquer passe que o Marco Ferreira alguma vez faça.

PS: Desculpa, Zeka, mas há coisas que não se pode deixar passar...

Nem mais!

Your 2005 Song Is

Feel Good Inc by Gorillaz

"Love forever love is free.
Let's turn forever you and me."

In 2005, you were loving life and feeling no pain.

Friday, 30 December 2005

Isto é amor

Um ano cheio de amor para todos!!!

Estou sensível, só pode ser isso. Ontem chorei a ver o Frasier. A Daphne e o Niles finalmente souberam do amor um pelo outro. Ele, apesar de estar casado há três dias, está disposto a tudo, apesar de ela ir casar no dia a seguir.

E diz-lhe: «say the word and I will leave Mel in a heartbeat». Aqui solucei compulsivamente. Isto devia ser sempre assim. Com menos drama, claro, mas já diziam os Clã: na língua inglesa fica sempre bem. Mas, mesmo assim, ela não cede e diz que vai para a frente com o casório. No final, na manhã do casamento dela, ela não resiste e vai ter com ele à caravana. Combinam fugir e ela trata-o pela primeira vez pelo nome próprio. É amor, não é Diane?


[Niles has just found out that Daphne is in love with him]

Niles: I was just talking to Frasier about a conversation you two had.
Daphne: Oh, dear!
Niles: No, no. Don't get upset.
Daphne: I specifically asked him not to say anything. What was he thinking?
Niles: No, I'm glad he told me.
Daphne: Oh, yes! So we can have a big talk about it! That's what you psychiatrists always do, drag everything out into the open so we can work through it. No matter how awkward it might be. Well, I just don't see the point!
Niles: No, Daphne, I'm glad he told me - because I love you.
Daphne: Dr. Crane, you shouldn't say such things.
Niles: It's the truth. Lord knows, I have tried to deny it, tried to pretend that I am over you, but not a day has gone by when I haven't thought of you. Your smile, your beautiful eyes, what it would be like to hold your hands and ask you the question I never dared ask!
(...)
Daphne: I don't understand! How come you never said anything before?
Niles: Daphne, I wanted to. I just... the timing just never seemed right.
Daphne: Oh, and the timing's right now? I'm twelve hours from the altar and you're on your honeymoon!
Niles: I would never have gotten married if I thought there was the slightest chance that you shared my feelings. Trust me, Daphne, say the word and I will leave Mel in a heartbeat.
(...)
Niles: Daphne? It is not too late for us. I meant what I said when I said I would leave her.
Daphne: That's crazy!
Niles: No, no, it's NOT crazy. Not if you feel the same way I do. But I need you to tell me, and I can accept it if the answer is "No." How do you feel about me?
(...)
De manhã:
Daphne: Hello.
Niles: [rising] Daphne...
Daphne: I was wondering... if you might be free for a date?
Niles: [rushing to embrace her] Oh, my God, yes!
Daphne: [separating them] There's plenty of time for that later. Let's get this bloody boat moving!
Niles: Fasten your seat belt, Daphne.
Daphne: Fasten yours, Niles.

E ninguém lhe diz nada?

(foto ASF/Rui Raimundo)


Caramba, este tal de Romagnoli devia ser proibido de entrar em Portugal com aquele penteado a atirar para o emplastro.

PS: Não costumo postar gajos feios, mas cá vai, só pra ti, Senador.:-)

Constatação de fim de ano ou isto explica muita coisa


How evil are you?
Via Estrogen Diaries

Tuesday, 27 December 2005

Yeh Jo Halka Halka Saroor Hai

Ando a espalhar Jeff Buckley pelos meus amigos com sucesso. Já vou no terceiro convertido. É o único caso em que gosto que gostem do mesmo que eu, costumo ser um pouco ciumenta com esta coisa das bandas – se eu descubro primeiro, são minhas. No caso dele, não. Adoro impingi-lo e que depois me digam - é mesmo bom. Sorrio. «Claro que é».

Por causa do empresta e torna a emprestar, o Live at Sin-É, Legacy Edition, saiu da prateleira e foi parar ao meu carro. Ainda nunca tinha saído de casa. Redescobri, então, o segundo disco, que começa com o Jeff a conversar com os ouvintes. Alguém pede que toque Nasrat Fateh Ali Khan - «do a nasrat tune». Talvez soubesse que ele era fã, ou não.Ele apressa-se a corrigir o nome – é Nusrat, e confessa que o ouve todos os dias. Conversa muito tempo com o homem, discutem até capas de álbuns. Diz que vai cantar a primeira música que ouviu dele. Improvisa lamentos típicos do quali enquanto se prepara para a canção.

Começa a cantar e o povo ri-se, pensando que está a inventar e a improvisar a letra em paquistanês. Mas não, são mesmo aquelas as palavras. Yeh Jo Halka Halka Saroor Hai, repete. São seis minutos naquilo, coisa séria, e eu só penso: como estará agora a cara das pessoas que se riram no princípio? A meio pede que batam palmas, como nos concertos do homem. Ele agora está algures com o Nusrat, uma vez que também morreu em 1997, improvisando para a eternidade.

Quem nunca ouviu isto, estes seis minutos e nove segundos de pseudo-improviso feito homenagem, está em falta grave.

Yeh Jo Halka Halka Saroor Hai significa, de acordo com a internet, The Day, The Night, The Dawn, The Dusk.

PS: Se alguém tiver por aí o som convertido para internet, pois que avance...

Sugestão para o Reveilhão

Ora o Pim lá atrás desafiou-me para cinco músicas para ouvir num duche a dois, depois de eu ter soltado as minhas escolhas em solitário. Quem não tiver mais nada para fazer, que apague as televisões, acenda umas velinhas porreiras de cheiro, pegue nas passas e no champanhe, vá para a banheira com a cara-metade e ponha música:

Smoke City, Underwater Love (versão ao vivo)
Jimi Hendrix, Purple Haze (o início, aquele início…)
Jeff Buckley, The Way Young Lovers Do (Live at Sin-É, 10 minutos de êxtase só aqui)
Marvin Gaye, Let's get it on (razões óbvias)
Black Eyed Peas, My humps (se for preciso dar ideias…)

Olha, afinal...


Explosão de luz;
Toque Caxemira;
Brilho Espelho;

com proteína de pérola;

Tudo isto promete o meu novo champô, que se chama Nutri-Gloss. Mas o que é certo é que já saí à rua várias vezes e a «explosão de luz» ainda não cegou ninguém. Publicidade do catano. Mas pronto, cheira bem que se farta e lá me concedem o Toque caxemira...

Monday, 26 December 2005

Vejam lá isso

Porque é que, mesmo um ano depois, as pessoas ainda não perceberam que a expressão «onda de solidariedade» não é a melhor para descrever quem ajuda as vítimas do tsunami na Ásia?

Sunday, 25 December 2005

Olhem, porque sim

Esta música tem apenas menos dois anos do que eu. E é linda, linda, e tocou no meu Natal.

Quando eu estou aqui
Eu vivo esse momento lindo
Olhando pra você
E as mesmas emoções sentindo

São tantas já vividas
São momentos que eu não esqueci
Detalhes de uma vida
Histórias que eu contei aqui

Amigos eu ganhei
Saudades eu senti, partindo
E às vezes eu deixei
Você me ver chorar, sorrindo

Sei tudo que o amor
É capaz de me dar
Eu sei já sofri
Mas não deixo de amar

Se chorei
Ou se sofri
O importante
É que emoções eu vivi

São tantas já vividas
São momentos que eu não esqueci
Detalhes de uma vida
Histórias que eu contei aqui

Mas eu estou aqui
Vivendo esse momento lindo
De frente pra você
E as emoções se repetindo

Em paz com a vida
E o que ela me traz
Na fé que me faz
Optimista demais

Se chorei
Ou se sorri
O importante
É que emoções eu vivi

Emoções, Roberto Carlos, 1981

Thursday, 22 December 2005

O futebol é isto mesmo

- Então, o Benfica jogou bem ou mal?
- Um beijo na boca, mas é.

My favourite things


When the dog bites,
When the bee stings,
When I'm feeling sad,
I simply remember my favorite things,
And then I don't feel, so bad.

(My favourite things, The Sound of Music)

E porque é Natal:

fritos acabados de fazer, música no banho, camisas brancas bem engomadas, champô cheiroso, manhãs de nevoeiro, cabelo a secar ao natural, chinelos, anéis, creme de camembert, amigos, rir até chorar, amendoins, a cena das Valquírias no Apocalypse Now e o cheiro do Napalm pela manhã, ver os outros desembrulhar prendas, telefonemas porque sim.


Boas festas

Tuesday, 20 December 2005

I have a dream (III)

O meu sonho é arranjar alguém que me Alargue a Banda.

Protesto!

Hulk, Homem-Aranha 2, A Fuga das Galinhas, MIB, Amar em Nova Iorque, A Idade do Gelo, Janela Indiscreta, O Senhor dos anéis, Eduardo Mãos de Tesoura and so on. Estes são alguns dos filmes previstos para esta semana de natal. E, tal como vocês já terão reparado, falta aqui, obviamente um filme. Não, não é o Macauley Culkin sozinho em casa. É, claramente, o Música no Coração. Este é o meu filme de eleição e a Julie Andrews o meu modelo de pureza.

Lembro-me de já estar de férias na minha avó e o horário do Música no Coração ser sagrado. Nesse dia não se fritava coscorões. Sentava-me no sofá enrolada a uma manta e com uma escalfeta a aquecer-me os pés. As músicas desfilavam, a aventura progredia até à traição do Rolf e à travessura das freiras ao sabotar o carro dos maus. A minha avó passava em frente à TV e dizia sempre: Ainda me lembro de ir com a tua mãe, novita, ali ao cinema. Fomos prai umas três vezes! Deve ser o único filme que a minha avó viu. E gosta.



De há uns anos para cá, deixou de dar. Eu também deixei de ir à minha avó passar as férias do Natal, mas penso que não tenha sido por isso. Já estive para comprar em DVD, mas a versão que havia aí não tinhas as canções legendadas, o que é lamentável. (Hoje, por acaso, deparei-me com uma versão diferente, com a banda sonora à parte, em CD, mas não pude comprar...).

Não acredito que o filme tenha perdido nada ao longo destes anos, nem a família von Trapp ficou chata. As crianças não cresceram, continuam a ter medo de tempestades, o delweiss não murchou, nem a Maria perdeu a voz.

Então, senhores das televisões, porque é que o Música no Coração já não passa nos nossos televisores, hem?

(fotos: http://www.nostalgiacentral.com/movies/soundmusic.htm)

I have a dream (II)

O meu sonho é fritar alheiras sem que rebentem.

Monday, 19 December 2005

Esmagamento

Dado que este foi um fim de semana de reposição de falhas, vi também o Informador (the Insider), que tinha gravado desde... Abril.

E, de repente, senti-me esmagada pelas presenças do Al Pacino, do Phillip Baker Hall e do Chistopher Plummer na mesma sala. Ao mesmo tempo, descobri que me irrita um bocado o Russel Crowe.
(foto movies.yahoo.com)

Sunday, 18 December 2005

Glorioso em todo o lado

Ultrapassei mais uma falha na minha vida cinéfila e vi finalmente o Em nome do Pai. O filme é bom, o Daniel Day-Lewis é muito bom, o pai dele é excelente (adoro este Pete Postlethwaite), mas melhor é a cena na prisão em que ele fala com o pai tendo um galhardete do Sport Lisboa e Benfica em fundo!





(foto de aaddl.pro.tok2.com/ photo/inof17s1.jpg)

Saturday, 17 December 2005

Porque a poesia deles soa melhor ao sábado à noite

podias ser o cigarro ultra-longo
que arde até queimar os dedos
podias ser o ar do ditongo
que aquece por dentro os segredos

podias ser o baque que esmaga
o olhar obsceno que assanha
o toque de anca que alaga
a unha diamante que arranha

serias o meu livro de areia
que traz a Maomé a montanha
a linha de vida que enleia
como na estratégia da aranha

serias o objecto perdido
que me faz sentir sempre pobre
o fio de Ariane escondido
cuja ponta o amor descobre

podias ser a vela cansada
o dia que eu apenas pressinto
podias ser a cera dourada
à espera no fim do labirinto

Fio de Ariane, Clã, Rosa Carne

Friday, 16 December 2005

Água a correr

Na senda dos «músicas para...», cheguei à casa de banho.
Portanto, aqui ficam cinco músicas para ouvir no duche (sim, um duche loooooooooongo):

Wake up (Arcade Fire)
Volcano (Damien Rice)
I heard it through the grapevine (Marvin Gaye)
Walk away (Franz Ferdinand)
Hung up (Madonna)

Porque só me apetecem letras de músicas

don't go making promises
you know you won't keep
weddings turn to funerals
both with songs that make you weep

being with you
makes me tired as hell
and it's so high so low

Ben Harper, So high, so low, Diamonds on the inside

A pedido de várias famílias

tarda, mas não falha:

Kelso e Fez, dupla imparável em That 70's Show, algures nas madrugadas da TVI.

(fotos do site oficial www.that70sshow.com)

Campos de morangos para sempre

Pronto, lá nos calhou o Liverpool. Tudo bem.
É só não queria italianos, xiiiiiiiii, vade retro!
Assim, se perdermos, não será contra foleiros venenosos, mas sim com um clube porreiro, com uma granda claque. You'll never walk alone, dizem eles.
Strwaberry Fields forever, digo eu.

Wednesday, 14 December 2005

O que é, o que é?

... quando onde trabalhas toca em repeat o Walk Away dos Franz Ferdinand e deliras?

São dois copos de vinho ao jantar e gente bacana.

Ginga

Aos oito anos era Robson. Agora é Robinho. No documentário de Fernando Meireles, Ginga, é alvo de acompanhamento a casa do treinador dos 8 anos, quando jogava futsal e os seus jogos nos torneios eram mudados para últimos do dia, para prender o público. Hoje com 21 anos cita no documentário o que lhe dizia o treinador:

- Não interessa só saber jogar futebol, tem que ter molejo, tem que saber sambar.

Mais para a frente, ensaia um jogo de futsal com Falcão, o ás do pavilhão. E diz, no mesmo tom:

- A força nunca venceu a inteligência: se você fôr mais inteligente, não tem como o zagueiro te pegar.

Vai ser o maior, vai.

Monday, 12 December 2005

Wax

Soube agora, de acordo com fonte próxima do boneco de cera de Mourinho, que vai ser ele próprio a dar os treinos e dirigir os jogos.

A parecença do homem com o boneco é tão impressionante, que ninguém dará pela diferença.

Porque a poesia deles é boa em qualquer dia da semana

(foto de Theskyiscrape.com)

Para todos os que, tal como eu, viram no Binaural o ressurgimento dos Pearl Jam em força. Mesmo que o Nothing as it seems tenha parecido, quando lançado em single, uma coisa tipo Scorpions e se tenha instalado o medo em mim mesmo antes do concerto, que esperava há anos.
Para todos os que, tal como eu, tiveram frio e calor no relvado do Restelo, onde se confirmou que as músicas eram todas boas. E para os outros todos também.


sorry is the fool who trades his soul for a corvette
thinks he'll get the girl, he'll only get the mechanic
what's missing? he's living a day he'll soon forget

that's one more time around, the sun is going down
the moon is out, but he's drunk and shouting,
putting people down he's pissing, he's living a day he'll soon forget

counts his money every morning the only thing that keeps
him horny locked in a giant house, that's alarming
the townsfolk, they all laugh

sorry is the fool who trades his love for high-rise rent
seems the more you make, equals the loneliness you get
and it's fitting, he's barely living, a day he'll soon forget

that's one more time around, there is not a sound
he's lying dead clutching benjamins, never put the money down
he's stiffening, we're all whistling
a man we'll soon forget

Soon Forget, in Binaural, 2000

Sunday, 11 December 2005

I have a dream

O meu sonho é alimentar alguém a crème de Camembert e gressinos.

Saturday, 10 December 2005

A poesia dele é melhor do que a minha todos os sábados

A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes

São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas

Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho

Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda

Inquietação, José Mário Branco, redescoberto com a versão de JP Simões.

Friday, 9 December 2005

Mamas, rabos, Black Eyed Peas e o Benfica

(foto minha, já com duas imperiais mamadas, eles estão mesmo algures lá ao fundo)

Folguinha boa para ir ver os Black Eyed Peas à noite. Bilhetes comprados há dois meses, depois de uma decisão em dois minutos. Nem sou grande, grande fã, mas que se lixe, ir em grupo é mais divertido.

Entrámos minutos antes da primeira parte, uns tais de Flypside. Pra aquecer, fomos às imperiais. Aquilo durou uma meia hora e foi evidente que faltou ali uma gaja. Só animou quando o rapaz perguntou se estava alguém do Benfica. A miudagem, incluindo nós, respondeu afirmativamente. Intervalo, faz-se a onda e eu levanto um braço, como faço sempre. Visita rápida ao WC, primeira imperial com saída directa.

Pouco depois das nove horas entram eles, os Peas. Fergie linda, sabe vestir um fato de treino. Top generoso, mamaçal no sítio, pronto a bombar. só lhe tirava a franja. Uma, duas três músicas e eu já a saltar, copo debaixo do banco, calor a subir. Telemóveis ligados por todo o lado. Ela também se abana, pula e salta por tooooooooooodo o lado.

Sweet child of mine? Vai entrar o Axel? Não, era só o fim de uma canção. Eles fazem covers ainda da música emblemática da banda sonora do Pulp Fiction, Kanye West, Snoop Dog, 50 Cent, Eurythmics, Franz Ferdinand (!) e sei lá quem mais: apetece ouvir estas músicas todas, mas eles dão só um cheirinho.

«Manchester United vai levar no cu» é cantado em uníssono por 16 mil pessoas. Isto inclui pessoas entre os 20 e os 30 anos, como era o caso da minha maralha, mas também putos de 9, 10 e os respectivos paizinhos. É bonito. Com esta graxa eles ganham definitivamente a malta, se bem que, se ela tem entrado com uma camisola do glorioso a coisa teria sido ainda mais apoteótica. Segunda imperial aviada. O Will.i.am desfaz-se em «gracias», o que não é tão bonito. Mas pronto, os rapazes deram cá o salto vindos de Barcelona e rumo a Madrid.

Terminam com Let's get it started e fica a sensação de que se queria ouvir mais mas, sem termo de comparação, só posso gostar.

Podem ler aqui a Misunderstood, que esteve lá a abanar-se como eu.

Futebol total - o rescaldo

A trabalhar, não deu pra ir ao estádio. Antes de o jogo começar, auscultei uns quantos amigos com a seguinte mensagem:«Tás com fé? Eu tou cá com umas fezes...(lembrando José Peseiro, apesar de tudo)» Recebi respostas negativas, que sorte era não sermos goleados. E eu: tá bem, com o Nélson a extremo a gente safa-se.
Fui jantar a correr mas mesmo assim sem despachar a tempo de ver o início do jogo.

Recebo mensagem: «quem marcou?» Foda-se, alguém marcou? E foram os maus? Calma, é só 1-0 e eu na mesma cheia de fé. Isto da fé tem que se lhe diga: não é acreditar que alguém lá em cima há-de resolver a coisa a meu favor, mas se estiver alguém lá em cima também deve estar ocupado a tratar de acabar com a fome em África e a guerra no Iraque. Ou então não. Adiante.

A fé vem de acreditar que eles seriam capazes de se transcender, de assumir que não havia nada mais a fazer a não ser vencer perante jogadores que se deveriam considerar normais, e não grandes gigantes da bola.

Já frente à televisão, o empate, depois o 2-1. O Nélson pimba, pimba, Geovanni e Beto como nunca. Êxtase, murros nas mesas e nunca mais acaba, apita lá ó grego de uma figa, sai uma equipa de paramédicos para o Gabriel Alves e o Paulo Catarro.

E pronto, ganhámos como nunca tinha duvidado desde a véspera.Agora continue lá o campeonatozinho.

Wednesday, 7 December 2005

Futebol total final

2-1- Pronto, ganhámos. Não como o Esdruxulo previu, mas lá perto. E estou contente, isto até parecia a final. Vamos lá, rapazes.

O Ronaltin foi assobiado e depois vingou-se quando saiu, mandando o povo calar. Não contente, atirou um monco prá frente e esticou o dedo médio da mão direita para a malta. Pá, não foi bonito. Com a Selecção será diferente.

Futebol total 3

Recomeço: tudo bem com o sobrolho do Nistelrooy, as trancinhas do Nélson são muito mais giras que as do Ferdinand. Parece-me um bom argumento para seguir em frente.

Futebol total no intervalo

2-1 - Não está mal, já podia acabar. Mas suspeito que o Ferguson chega ao balneário, dá um pontapé numa chuteira, ela vai bater no sobrolho do van Nistelrooy e eles entram para a segunda parte com uma pica descomunal.

Futebol total 2

2-1 - Olha o Beto, olha o Beto!!!

Futebol total 1

1-1 - O meu nélson não me falhou e o o geovanni tava acordado!

Futebol total

Hoje é dia de Benfica-Manchester United.
E há-de acontecer assim, como diz o meu lindo esdruxinho.
De certeza.

Monday, 5 December 2005

What's the point?

Então anda por aí uma leve febre com aquela cena do Hi5.
Coisa moderada, mas volta não volta tenho mails de pessoas a pedir-me pra ser amiga delas.
O que acontece é que, de muitas delas, eu já sou amiga.

Também aparecem aquelas que não conheço de lado nenhum e por acaso já aprovei, já aceitei que fossem meus amigos pessoas que eu não conheço de lado nenhum (nem sequer dos blogs), só assim para não ser mal-educada.

Por isso, alguém que explica para que serve isto do Hi5?
What's the point of it?

Saturday, 3 December 2005

Ao jantar

- Sim, abriu ali uma loja nova, acho que é de decoração. Mas parece que também vendem lá coisas...

A poesia deles é melhor do que a minha ao sábado à tarde antes do concerto

The plan it wasn't much of a plan
I just started walking
I had enough of this old town
had nothing else to do

It was one of those nights
you wonder how nobody died
we started talking
You didn't come here to have fun
you said: "well I just came for you"

But do you still love me?
do you feel the same
Do I have a chance
of doing that old dance
with someone I've been
pushing away

And touch we touched the soul
the very soul, the soul of what we were then
With the old schemes of shattered dreams
lying on the floor
You looked at me
no more than sympathy
my lies you have heard them
My stories you have laughed with
my clothes you have torn

And do you still love me?
do you feel the same
And do I have a chance
of doing that old dance again
Is it too late for some of that romance again
Let's go away, we'll never have the chance again
You lost that feeling
You want it again
More than I'm feeling
you'll never get
You've had a go at
all that you know
You lost that feeling
so come down and show

Don't say goodbye
let accusations fly
like in that movie
You know the one where Martin Sheen
waves his arm to the girl on the street
I once told a friend
that nothing really ends
no one can prove it
So I'm asking you now
could it possibly be
that you still love me?
And do you feel the same
Do I have a chance
of doing that old dance again
Is it too late for some of that romance again
Let's go away, we'll never have the chance again

I take it all from you
I take it all from you

Nothing Really Ends, dEUS, in No More Loud Music e Pocket Revolution

Ouvir é aqui, cortesia de o Acordeonista:
.Nothing Really Ends

Friday, 2 December 2005

E agora mais a sério

Ia caindo na banheira há pouco. Um pequeno desequilíbrio, só.
Mas recordou-me que um dos meus maiores medos é estar assim sozinha, sem ter quem me acuda se algo acontecer, se partir um braço ou uma perna.

A última vez que caí foi em casa. Fui ao frigorífico buscar uma alface e tinha deixado a porta da máquina de lavar loiça para baixo. Fechei o frigorífico e segui em frente, sem ver a porta. Tropecei e caí para a frente, aterrando com a cara a milímetros do armário. Para cúmulo, era uma couve e não uma alface...

Penso no que seria se tivesse batido a sério com a cabeça no armário, ou a cara ou sei lá o quê. Ainda por cima acontece-me muito tropeçar, bater nos móveis, coleccionar nódoas negras. bbbbrrrr!

Agora vou ali jantar com as minhas gajas e tentar não tropeçar.

Em defesa de Niles Crane

Só um exemplo. Niles e Frasier conversam no café sobre a nova namorada de Niles, que por acaso, é uma rapariga daquelas que se contratam à hora:

Niles: I'm, going to let it go slow with Sabrina...
Frasier: You mean you haven't?...
Niles: Please! Are you mad? You don't proposition a woman like Sabrina on the first date! Last night after dinner i gave her only a kiss onthe wrist. Tonight i may proceed to hand-holding. If all goes well, in two weeks time, i shall storm the citadel of her womanhood...

Cá está. Não tem nível o modo como prevê saltar prá espinha da rapariga?

Thursday, 1 December 2005

Jackpot no Euromilhões

Eu sabia que havia uma razão para este blog ser cor-de-rosa: os homens ficam aqui bonitos.

Passei a tarde em casa, a ver o Resgate do Soldado Ryan, e finalmente convenci-me de que este rapaz vale a pena: chama-se Edward Burns e é actor, realizador, escritor e sei lá mais o quê.

Reparem como teve a simpatia de me autografar a foto do filme só aqui pró Ensaimada, pá.

Já sabem, mais uma ideia para o Natal.

(ele, não o filme, que peca como todos os outros: tem mais cinco minutos do que devia e aquele plano final com a bandeira americana... tá bem ó spielberg...)

Issékéra

Cinco minutos na SIC Comédia:

Programa da Maria em resposição, uma das estrelas é uma senhora que vende a Televisão como salvadora do Mundo. A SIC «é a mais jeitosa» e o final da oração pede «não nos deixes cair em mira técnica». Genial.

No intervalo passa a promo do Cheers. Woody conversa com Norm: «O Darth Vader não pode ser o pai do Luke Skywalker. Eles não têm o mesmo apelido». Genial de novo.

Eu às vezes gostava de ter uma vida assim: pagavam-me pra estar sentada a escrever coisas com piada. No fundo, pagavam-me para dar baile.

Wednesday, 30 November 2005

Pessoa


Olho para ele a andar na rua e nem acredito que é tão recente.
Tem um ar tão estranho, tão circunspecto, tão antigo.
Já me sentei ao lado dele na Brasileira, claro, e ele quieto.
Quem bebia era eu, naquela ocasião. Assim para variar.
Depois tinha aquele lado íntimo, de meu Bébé adorado,
tão querido e tão desconfortável ao mesmo tempo.
Ridículo, claro, mas porque ele queria.
Tenho o Livro do Desassossego há anos.
Além de ter um título perfeito, é daqueles para ir lendo aos poucos,
assim para consumir devagar.
É o que eu vou fazendo.
Morreu há 70 anos, o Pessoa.

Na cama

Gosto de estar na cama. É quentinho, é bom, aconchega. Também não me importo de estar sozinha. É bom para sornar e ir ouvindo músicas na penumbra em que costumo deixar o meu quarto. Desde pequena que prescindi de dormir no escuro. Gosto dos buraquinhos abertos, que deixam entrar alguma luz. Assim, quando acordo, sei logo onde estou e posso continuar no rame-rame, na bela da sorninha.

Na senda das «músicas para...» (Hornby, de novo), ficam aqui dois tops para ouvir na cama. Primeiro sozinho, de olhos fechados a deixar ir o corpo. Depois acompanhado, espera-se que com sensações semelhantes...

Sozinha
Man is the baby (Antony and the Johnsons)
Smoke in bed (Nina Simone)
Untitled (Spain)
De cara a la pared (Lhasa de Sela)
You and I (Jeff Buckley)

Acompanhada
Whiter shade of pale (Procol Harum)
Arqueous transmission (Incubus)
Bloodflow (Calexico)
Rapte-me camaleoa (Caetano Veloso)
Suds and Soda (dEUS)


PS: desculpem lá, mas tenho de acrescentar « Summertime», para ouvir a dois. E a lista a dois convém que até tenha tipo mais uma, pra depois não se ter de ir lá mudar...

Tuesday, 29 November 2005

Epá, eu não aguento...

«Mais um jornalista, mais um livro.
Desta vez é o intrépido repórter José Marinho, que vai editar o enésimo livro sobre o Benfica, chamado, atentem bem, «pela mística dentro». viram bem?
Pois é, o meu sonho é um dia limpar o rabo e a Prime Books querer publicar a folha de papel higiénico.»

Escrevi isto no Café há dois dias.

Agora está ele ali na sport tv, de gravata vermelha, a promover-se e a ser entrevistado pelo não menos cretino, Pedro Mendonça Pinto.

É um momento de televisão como nunca antes visto.

Zeka, já sabes quem é?

Beijo em suíço

porque o prometido é de vidro,

um quase beijo retirado do filme suíço Beresina oder Die letzten Tage der Schweiz, cortesia de Miguel Marujo.

Help


Já ouvi umas quantas musicas na radar e, quem estiver na disposição e tiver condições para pagar downloads (ou seja, cartões de créditos e coiso e tal), é ir ao warchild.com
e sacar as músicas que vários grupos ingleses
gravaram num álbum de apoio às crianças
vítimas da guerra.
Custam uma libra.

Músicas estão aqui

Monday, 28 November 2005

5000 e 10.000

Queria comemorar as 5.000 visitas literalmente a olhar para o meu umbigo, mas vocês foram tão rápidos que não me deram tempo.

Fica o obrigado a todos os que estão ali na barra lateral e todos os outros que um dia vieram aqui a este blog-cor-de-rosa a atirar para o light ver do que se fala.


Sensivelmente à mesma hora, o Café que partilho com as minhas meninas chegou aos 10.000. Isto é que é orgulho.

Beijos

Saturday, 26 November 2005

Queria agradecer ao meu pai, à minha mãe, ao meu agente...

Através dos fantásticos Galarzas, descobri que o meu blog é mais bom do que mau. É, imaginem, o 30º no Mundo. No Mundo! Ora isto parece-me bem, que eu até sou modesta e são eles lá do siter da auditoria que dizem.


Marketing: How well marketed, and popular the website is. 8.2
Design: How well designed and built the website is.8.9
Accessibility: How accessible the website is, particularly to those with disabilities.6.2
Experience: How satisfying the website is likely to be.7.4

Overall: Summary score for this website.7.3

Mais infos aqui, onde podem também testar os vossos...

A poesia dele é melhor do que a minha em qualquer dia da semana

Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança
Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar
Corro atrás do tempo
Vim de não sei onde
Devagar é que não se vai longe
Eu semeio o vento
Na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade

Bom conselho, Chico Buarque

E não se arranja...

um pelotão de fuzilamento inteirinho com morteiros e tudo para a porta da SPORT TV fazer uma espera áquele sorriso de plástico que é o Pedro Pinto?

Friday, 25 November 2005

Carta aberta à rapaziada

Como disse ali para baixo, até tenho a mente bastante aberta e gosto de apreciar gajas, como aqui e aqui, mas não me posso esquecer de uma coisa: eu também sou gaja. E nós, as gajas, somos o pior que há para as gajas.

Por isso imaginem isto assim: em dez raparigas aceitáveis, eu consigo gostar de sete, oito, vá. As Monicas Beluccis, as Lucys Lius, as Beyonces, as Jennifer Lopez. As que sobram, as que não passam na rede (porque não podem mesmo passar todas), ficam para trás. Como a Angelina Jolie, a Jennifer Anniston, a Winona Ryder ou a Soraia.

A Soraia é boa, pode até ser gira, mas eu não posso, não quero, não consigo gostar dela. Podem-me dizer que é inveja, dor de cotovelo por não ser gira assim e ter o rabo do dobro do tamanho do dela. Aceito isso tudo, tal como vocês devem aceitar que eu não a suporte. E se não gosto, não gosto, o mesmo acontencendo aqui com as minhas colegas raparigas numa sondagem rápida à boca das urnas. Foi a vez dela de ser apanhada nessa rede onde as gajas (mesmo boas, sim) não passam.

Pioram as coisas quando os meus/nossos amigos, colegas, compinchas dizem que gostam dela. Que lhe faziam miminhos e outras coisas que tais. Mais isso concorre para gostar ainda menos dela. Podem voltar a dizer-me que é inveja, que é ciúme, mas por acaso não me faltam elogios destes mesmos compinchas. Não mete miminhos, é certo, mas pronto.

Portanto: compreendam-me: não nego que sejam boazudas, que sejam isto e aquilo, mas há coisas que uma gaja não tolera, desculpem lá.

A ver


O novo vídeo dos Strokes, da música Juicebox, que abre o apetite ao album que sai em Janeiro, e está aqui no site oficial.
É material quentinho, tou pra ver como é que a MTV vai dar a volta a isto, hihi...

Preparar armas.... apontar....

a quem manda mails-de-corrente-com-bichinhos-azuis-que-dão-sorte-ou-azar-se-a-gente-não-mandar-de-volta-e-aquilo-já-deu-a-volta-ao-mundo-e-acontece-te-uma-coisa-muito-má se-não-mandares-e-o-camandro

Thursday, 24 November 2005

Rejubilemos

olhem, pá, ao menos temos a certeza de que o Padre Amaro não é homossexual.

Também quero isto aqui!

Ora bem:
Vi no Asterisco e nos Galarzas, mas achei que quanto mais espalhada estivesse, melhor, e até a postei no Café. Neste anúncio da Virgin, que vocês já estão cansados de ver, estão escondidos vários nomes de bandas.
Neste site está também um vídeo, para descobrir nomes de músicas. Penso que já decifrámos quase todas, mas o anúncio é tão giro que também o quero aqui.

Wednesday, 23 November 2005

Ah e tal não!

A Little Arsonist esteve com ele na Covilhã, no encontro nacional de blogs.
Agora, a Misunderstood foi com ele para Paris - salvo seja, no mesmo vôo.
Eu, que gosto dele, só o vislumbrei do meu carro no Bairro Alto.
(Escrevemos no mesmo blog, isto deve ter alguma explicação, ou então este país é mesmo muito pequeno)
Ó Ricardo Araújo Pereira, o que é que tenho de fazer?!

Reinventar é preciso - o regresso

Pronto, está provado. Precipitei-me e está aqui a prova de que é o Paul Anka. O álbum chama-se Rock Swings e tem uma série de outras versões:
Eye of the Tiger, Everybody Hurts, Blackhole Sun, It's a Sin, Jump, Smells Like Teen Spirit, Hello, Eyes Without a Face e outros

Bela prenda de Natal.

Reinventar é preciso

Eu juro, juro, juro, que outro dia ouvi o Tony Bennett (não, esperem, se calhar é o Paul Anka)
a cantar uma versão do Smells like teen spirit
e estava MARAVILHOSA!

Alguém me diz onde arranjo?

Ah pois é!


«O furor em torno do novo álbum de Madonna – que estreou ao vivo o primeiro single, "Hung up", em Lisboa, nos prémios MTV, a 3 de Novembro – deu frutos na tabela portuguesa imediatamente na semana em que foi editado. "Confessions On a Dance Floor" entrou directamente para a primeira posição e já é disco de ouro.»
in Público.pt

Maravilha, hã? Aviso já que para o pelotão de fuzilamento vão as pessoas que tenham comprados os números 3 - já não há cu pra tanto beste-ofe dos dire straits -, 4, 5, 7, 9 e 10. Faço uma excepção para quem tem de comprar o dizerts prós filhos.

Top 10:
1. "Confessions On A Dance Floor", Madonna
2. "Intensive Care", Robbie Williams
3. "Private Investigations - The Very Best Of", Dire Straits e Mark Knopfler
4. "Acora", Il Divo
5. "D'ZRT", D'ZRT
6. "Christmas Songs", Diana Krall
7. "Back To Bedlam", James Blunt
8. "O melhor de Rita Lee", Rita Lee
9. "Pieces Of a Dream", Anastacia
10. "Crazy Hits", Crazy Frog

As três personagens com mais piada na TV

Niles e Eddie (Frasier)

George (Seinfeld)